AGRONEGÓCIO

Mapa realiza operação para fiscalizar fertilizantes e corretivos no Mato Grosso e Pará

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Operação realizada pela Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) percorreu 4.400 km para fiscalizar fertilizantes e corretivos nos estados de Mato Grosso e Paraná. Na ação, foram coletadas 37 amostras de produtos para análise de conformidade nos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA).

Durante os 14 dias de operação, a equipe fiscalizou 18 estabelecimentos na região de Santarém, itaituba, Rurópolis, Belterra e Fordlândia no Pará, além de 22 estabelecimentos no Norte do Mato Grosso, municípios de Guarantã do Norte, Sinop, Sorriso, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Cuiabá.

Segundo o auditor fiscal federal agropecuário, Leonardo Gianasi, “uma particularidade que chamou muito a atenção dos auditores foi o transporte rotineiro de corretivos e fertilizantes, em barcaças de 4.000 toneladas de carga, pelo rio Tapajós na região norte”.

Na operação,11 empresas foram embargadas cautelarmente, sendo que quatro estabelecimentos estavam operando sem o devido registro no Mapa. Os outros casos requerem adequações nas instalações ou comprovação de cumprimento dos procedimentos de controle de qualidade das matérias-primas e produtos acabados. Ao todo foram emitidos 27 autos de infração e sete termos de intimação.

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Participaram da ação 10 auditores fiscais federais agropecuários de diversos estados. A força-tarefa foi organizada pelo Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas e contou com o apoio logístico das Superintendências Federais de Agricultura nos estados do Pará e Mato Grosso.

Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIO

Conferência internacional coloca etanol de milho no centro da estratégia do agro

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A 3ª edição da Conferência Internacional sobre Etanol de Milho, promovida pela União Nacional do Etanol de Milho em parceria com a Datagro, ocorre nesta quinta-feira (16.04), em Cuiabá (MT), reunindo produtores, indústrias, investidores e autoridades para discutir o avanço de uma das cadeias mais dinâmicas do agronegócio brasileiro.

A escolha de Mato Grosso como sede reforça o peso do estado no setor. Hoje, a maior parte das usinas de etanol de milho em operação no Brasil está concentrada na região, impulsionada pela grande oferta de grãos e pela necessidade de agregar valor à produção local.

Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e Plínio Nastari presidente da Datagro na abertura da Conferencia 

O evento está sendo realizado em um momento de expansão acelerada da indústria. A produção brasileira de etanol de milho deve superar 8 bilhões de litros na safra 2025/26, consolidando o país como um dos principais polos globais dessa tecnologia. O crescimento vem sendo sustentado pelo modelo de usinas flex, que operam com milho e cana, garantindo maior eficiência e uso contínuo da capacidade industrial.

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A conferência reúne lideranças do setor para discutir desde avanços tecnológicos até desafios estruturais, como logística, financiamento e políticas públicas. Também estão na pauta as tendências do mercado internacional e o papel do Brasil na transição energética, com destaque para os biocombustíveis.

Outro ponto central do debate é a integração entre agricultura e indústria. O etanol de milho passou a funcionar como uma alternativa relevante de demanda para o produtor, reduzindo a dependência das exportações e contribuindo para maior estabilidade de preços, especialmente em anos de safra elevada.

Além do combustível, a cadeia também gera coprodutos com forte impacto econômico, como o DDG/DDGS, utilizado na alimentação animal, que tem ampliado a competitividade da pecuária, sobretudo em regiões produtoras.

Para o produtor rural, o avanço desse modelo representa uma mudança estrutural. A industrialização dentro do próprio estado encurta distâncias, reduz custos logísticos e cria novas oportunidades de renda, transformando o milho em matéria-prima não apenas de exportação, mas de energia e proteína.

Ao reunir os principais agentes da cadeia, a conferência busca alinhar estratégias e consolidar o papel do etanol de milho como vetor de crescimento do agro brasileiro nos próximos anos — com impacto direto sobre demanda, preços e agregação de valor no campo.

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Fonte: Pensar Agro

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