No início da tarde do dia 21, sexta-feira, a PRF abordou em Rondonópolis/MT um veículo que teria desviado de fiscalização em Primavera do Leste/MT.
Durante a abordagem ao automóvel, observou-se que o motorista repassava informações desconexas sobre a viagem.
Ao chegar na Unidade Operacional da PRF em Rondonópolis, foram verificadas as condições do veículo e do seu ocupante, bem como empregados os cães farejadores, que indicaram a presença de entorpecentes no painel do veículo.
Foram encontrados, ao todo, 20 tabletes retangulares de pasta base de cocaína, totalizando aproximadamente 20 Kg.
Diante do fato, foi constatado, a princípio, o cometimento do crime de tráfico ilícito de drogas. Indivíduo e material apreendidos foram encaminhados à Polícia Judiciária de Rondonópolis/MT para as providências que o caso requer.
A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira (30.6), a Operação Vigia, para reprimir as ações de um grupo que atuava no desvio de grãos por meio de furtos qualificados e lavagem de capitais de valores arrecadados com as subtrações praticadas.
As ações foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Nova Mutum, com apoio das unidades locais de Nova Mutum, Juína, Campo Novo do Parecis, Rondonópolis e Várzea Grande e da Derf de Várzea Grande, que efetuou a prisão de um dos suspeitos no Aeroporto Marechal Rondon, prestes a embarcar para a região Sul do país.
Ao todo foram cumpridos quatro mandados de prisões preventivas, seis mandados de buscas e apreensões em residências e em um estabelecimento empresarial (casa de shows), além de 10 dez mandados de sequestro de bens e valores.
A operação é fruto do trabalho investigativo realizado por investigadores e escrivães da Derf de Nova Mutum.
Segundo o delegado Rodrigo Rufato, responsável pela investigação, as apurações apontaram que um dos envolvidos solicitou emprego na função de balanceiro em uma fazenda situada na zona rural de Nova Mutum, já com a intenção de possibilitar o ingresso de veículos não autorizados na propriedade, os quais, com o auxílio do investigado, realizavam carregamentos sem o conhecimento dos proprietários, concluindo as subtrações.
Outros investigados eram responsáveis por providenciar veículos e motoristas, bem como encontrar compradores para as cargas furtadas.
Parte dos valores foi “lavada” através da criação de uma casa de show do tipo “pub”, onde os investigados continuaram a empreender paralelamente à prática dos ilícitos.
O prejuízo causado à vítima foi de aproximadamente R$ 2 milhões, tendo as medidas constritivas adotadas o intuito de possibilitar o ressarcimento do dano patrimonial.
Operação Vigia
O nome da operação é uma alusão ao vulgo utilizado por um dos indivíduos presos. Os investigados serão indiciados por furtos qualificados, associação criminosa e lavagem de capitais.
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