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Estado autoriza edital de R$ 4,9 milhões para formação de profissionais de alta performance

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, e o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECITECI), Maurício Munhoz, assinaram, nesta quarta-feira (26), o edital que contempla o valor inicial de R$ 4,9 de milhões destinados ao curso de Programador de Sistemas, com carga horária de 360 horas e duração de seis meses.

“A partir de 31 de outubro, a comunidade poderá acessar o site da Seciteci e realizar sua inscrição. É importante dizer que são cursos gratuitos, em que os 50 melhores alunos sairão com vagas de estágio remunerado. Hoje, consolidamos mais uma entre as várias estratégias propostas pessoalmente pelo governador para a qualificação do mercado de trabalho”, frisou o secretário Maurício Munhoz.

O curso dará início às atividades do Programa de Formação de Profissionais de Alta Performance, desenvolvido pela Seciteci para formação especializada de alto nível, com foco nas chamadas ‘profissões do futuro’.

“A ideia do Governo do Estado é suprir uma demanda represada por profissionais com qualificação específica, em áreas de tecnologia, como programador de sistemas. Ao final de seis meses, teremos programadores formados em nível júnior, para atuar em soluções tecnológicas dentro do próprio estado”, explicou o professor da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e coordenador do Núcleo de Redes Inteligentes e Soluções Criativas (RISC), Robson Gomes de Melo, responsável pela elaboração do projeto.  

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“Inclusive, os 50 melhores alunos serão contratados em regime remunerado por 12 meses. Serão profissionais especializados em linguagens como Java, Genexus, Nodejs e React, além do domínio sobre problemas de alta complexidade”, completou o professor.

Entre os 270 novos profissionais, 50 serão selecionados para atuar como bolsistas na Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI). Com remuneração de R$ 6 mil, a proposta é que os profissionais atuem no atendimento de demandas por soluções tecnológicas, nas secretarias e órgãos do estado. A bolsa terá duração de 12 meses.

As inscrições serão abertas na segunda-feira, 31 de outubro, às 8h, com prazo final às 17h59 do dia 17 de novembro. O candidato precisa ter, no mínimo, 16 anos e estar cursando ou ter concluído o Ensino Médio.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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