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Reeducandos de Sinop trabalham na manutenção de escolas municipais e estaduais

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A Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira (Ferrugem), em Sinop (493 km de Cuiabá) lançou, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e intermédio do Poder Judiciário, o projeto Escola Limpa. Em dois sábados por mês, uma equipe, com mais de 20 reeducandos, fará a manutenção e limpeza nas unidades de ensino municipais e estaduais.

Segundo o diretor da penitenciária, Adalberto Dias de Oliveira, a ideia central do projeto é garantir trabalho e oportunidade de ressocialização dos reeducandos e, ao mesmo tempo, reinseri-los na sociedade.

“A reinserção dos recuperandos em atividades é que os mantenham ocupados, melhora sua autoestima e resgata a dignidade, além de romper barreiras e eventuais resistência da sociedade, ao se deparar com um recuperando trabalhando em um ambiente escolar”, destacou.

O juiz da 3º Vara de Execuções Criminais de Sinop, juiz Walter Tomaz da Costa, destacou que o serviço é voluntário e os reeducandos são selecionados conforme sua experiência nas atividades solicitadas, além de, a cada três dias trabalhados, há uma redução de um dia em sua pena.

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“Além da retribuição pelo trabalho, temos o lado da ressocialização, para que ele possa entender sua importância para a sociedade. Eles podem ser um grande profissional, que estão treinando, para que não haja reincidência. Temos que dar a oportunidade”, lembrou o magistrado.  

Entre os serviços executados pelos voluntários, estão manutenção predial com pintura, reforma de calçadas, banheiros, bebedouro, revitalização da quadra de esportes, área administrativa, manutenção dos sistemas hidráulicos e elétricos e jardinagem.

As escolas beneficiadas serão previamente definidas pela Secretaria Municipal de Educação, que providenciará os materiais e insumos necessários, além da alimentação e transporte dos voluntários. O grupo será monitorado por tornozeleira eletrônica e por dois policias penais.  

O projeto Escola Limpa é uma ação da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio da Secretaria-adjunta de Administração Penitenciária (Saap) em parceria com o Conselho da Comunidade na Execução Penal, Prefeitura Municipal de Sinop e Poder Judiciário. 

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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