MATO GROSSO

Professor de Inglês da Rede Estadual vivenciará experiência inédita no Reino Unido

Publicado em

O professor de Inglês da Escola Estadual Militar Tiradentes 2º SGT PM Claudemir França Maciel, de Sinop, Bruno Rafael Seolini da Silva, vivenciará uma experiência inédita. De 14 a 18 de novembro, em Londres, Reino Unido, ele acompanhará o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, e o secretário adjunto Executivo, Amauri Monge Fernandes, à “Hult EF Mission UK 2022: Tecnologia e Inovação para o Ensino da Língua Inglesa no Setor Público”.  O evento é organizado pela EF Education First, parceira da Seduc-MT no Mais Inglês MT.

Trata-se de uma missão internacional, para encontros com líderes das maiores empresas empregadoras do país e representantes de quatro secretarias estaduais de Educação. A experiência contará com a participação em palestras, mesas redondas e visitas técnicas ao Campus de Educação Executiva da Ashridge Business School, a escolas de idiomas internacionais da EF Education First e à Universidade de Cambridge, com a qual a EF possui parceria em pesquisas na área.

Neste contexto, a missão terá como foco a troca de experiências sobre o uso de tecnologias e programas de imersão internacional, para o aprendizado de novas habilidades de comunicação em um contexto global.

Leia Também:  Mais de 15 mil pessoas são esperadas na etapa estadual

O professor Bruno da Silva foi selecionado, com base em seu desempenho tanto nos cursos de formação continuada em língua inglesa quanto por seu excelente resultado em sala de aula. Segundo a EF, ele participou, desde o início, de todas as formações do projeto, realizando seu primeiro acesso na plataforma em 31 de janeiro, antes mesmo de serem realizadas as primeiras formações com a rede estadual.

100% engajado – Além disso, ele obteve o Nível C2, do Marco Comum Europeu, no teste de proficiência inicial, que já o colocou no último nível de formação continuada. Em menos de quatro meses, ele já havia obtido o certificado do respectivo nível.

Desde então, engajou 100% dos seus alunos na plataforma, com média de 43 lições por aluno, quase o dobro da meta anual de 24 lições, sendo que a grande maioria dos seus alunos já obteve, no mínimo, um certificado na plataforma.

Com base nesses critérios, ele foi indicado pela EF para representar os demais professores da rede nesta missão, que envolve outras redes estaduais além da Seduc-MT.

Leia Também:  Encontro de Laboratórios de Inovação: venha participar desta experiência inovadora no TJMT

Além do professor ser destaque, a Escola Militar Tiradentes de Sinop ganhou notoriedade, após apresentar 100% de acesso e aproveitamento dos alunos na plataforma de Língua Inglesa ‘EF Education First’, usada no programa Mais Inglês MT para auxiliar na aprendizagem dos estudantes do Ensino Médio.

O resultado foi tão positivo, que uma das alunas da escola e do professor Bruno, foi confirmada pela Embaixada dos Estados Unidos como classificada para o Programa Jovens Embaixadores 2023. Camila Leal de Moura, do 2º Ano A do Ensino Médio, irá a Washington (DC) participar de intercâmbio de imersão em Inglês, de 14 a 28 de janeiro.

Alan Porto destaca que a realização de um intercâmbio é a melhor opção para quem quer perder o medo de falar e dominar outra língua. “Por meio dessa experiência internacional, o professor Bruno poderá desenvolver ainda mais suas habilidades de comunicação, ampliar a qualidade do ensino em sala de aula e compartilhar esta experiência com os demais professores da nossa rede”.

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 48 ordens em MT contra quadrilha do golpe do Falso Executivo

Published

on

A Polícia Civil de Mato Grosso cumpre 48 ordens judiciais, na manhã desta terça-feira (8.6), dentro da Operação Interface, ofensiva interestadual deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, com foco na desarticulação de um grupo criminoso especializado em estelionatos eletrônicos mediante a aplicação do golpe do “Falso Executivo”.

Na operação, são cumpridas um total de 87 ordens judiciais, sendo 60 mandados de busca e apreensão e 27 mandados de prisão nos estados de Mato Grosso e Rio Grande do Norte. Também serão realizados os bloqueios de todas as contas bancárias vinculadas aos investigados.

Em Mato Grosso, os trabalhos são coordenados pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, sendo cumpridos 32 mandados de busca e apreensão e 16 de prisão, com alvos na Capital e em Várzea Grande.

O cumprimento das ordens judiciais conta com apoio das equipes da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA) e 2ª Delegacia de Polícia de Cuiabá.

A investigação, conduzida pela 3ª Delegacia de Polícia de Canoas, do Departamento de Polícia Metropolitana (3DP/2DPRM/DPM) da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, revelou uma rede criminosa com atuação em Mato Grosso e Rio Grande do Norte, com uso de “conteiros” e pulverização de valores para dificultar o rastreamento financeiro.

Os trabalhos investigativos e operacionais contaram com o apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), da Coordenação-Geral de Crimes Cibernéticos (CGCIBER/Diopi/Senasp), do Ministério da Justiça, e das Polícias Civis dos estados de Mato Grosso e do Rio Grande do Norte.

Esquema

As investigações apontam que o grupo criminoso especializado em golpes eletrônicos causou um prejuízo superior a R$ 193 mil a uma empresa do setor industrial no estado do Rio Grande do Sul. O esquema utilizava aplicativos de mensagens para se passar por executivos de empresas e induzir funcionários do setor financeiro a realizar transferências bancárias para contas controladas pelos criminosos.

Leia Também:  Nosso Judiciário leva palestra à Escola Estadual Dunga Rodrigues, em Várzea Grande

A fraude que deu início às investigações ocorreu em 2025, quando uma das vítimas, assistente financeira de uma indústria, realizou pagamentos para terceiros, acreditando receber instruções legítimas do presidente da empresa. O esquema demonstra um exemplo do crescimento dos golpes corporativos praticados por grupos criminosos especializados em engenharia social.

De acordo com a investigação, a assistente financeira recebeu mensagens de um número de telefone que exibia a fotografia do presidente da empresa. Como o executivo estava em viagem e frequentemente solicitava pagamentos a fornecedores por meio de mensagens, a funcionária não identificou qualquer irregularidade.

Seguindo as orientações recebidas, ela realizou transferências bancárias para contas indicadas pelo suposto diretor. Os valores foram distribuídos entre diferentes destinatários. Somente dois dias depois, ao perceber que os pagamentos eram elevados e haviam sido solicitados em curto espaço de tempo, a funcionária desconfiou da situação. Ao verificar o número utilizado, constatou que ele não correspondia ao telefone verdadeiro do presidente da empresa.

Investigação

A partir do registro da ocorrência, a investigação foi iniciada com a finalidade de identificar os responsáveis. As diligências apontaram que o golpe foi executado a partir do estado de Mato Grosso, especialmente da região de Cuiabá. Após a concretização do golpe, os valores eram transferidos para outros criminosos residentes em outro estado.

As apurações revelaram ainda a existência de uma estrutura criminosa organizada, composta por diferentes funções. Entre elas estão os chamados “conteiros”, pessoas que cedem suas contas bancárias para receber recursos provenientes de crimes; os “tripeiros”, responsáveis por recrutar esses titulares de contas em troca de comissões; e os gerentes do esquema.

Leia Também:  Convocados do programa SER Família CNH Social têm até sexta-feira (1º) para apresentar documentos no Detran

A investigação também identificou o executor e o articulador do golpe. Os suspeitos possuem extensa ficha criminal por crimes semelhantes.

Pulverização financeira

Ainda dentro do esquema, os investigados empregavam uma estratégia de pulverização financeira para dificultar a recuperação dos valores e o rastreamento dos recursos. O dinheiro era rapidamente fragmentado e transferido para dezenas de contas em diferentes estados brasileiros, muitas delas vinculadas a instituições financeiras digitais de menor expressão no mercado.

“A técnica permite retardar bloqueios judiciais e dificulta a identificação dos verdadeiros beneficiários do esquema”, explicou o delegado Bruno Palmiro, da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá.

A delegada responsável pelas investigações, Luciane Bertoletti, destaca que esse tipo de golpe tem se tornado cada vez mais comum no ambiente corporativo brasileiro. “Os criminosos estudam a estrutura das empresas, identificam executivos e funcionários com acesso ao setor financeiro e utilizam fotografias, nomes e informações públicas para criar perfis falsos extremamente convincentes”, destacou a delegada.

A Polícia Civil alerta que as empresas devem adotar protocolos rígidos de confirmação para qualquer solicitação de transferência bancária, especialmente quando envolver alteração de contas, pagamentos urgentes ou valores expressivos. A orientação é que toda movimentação financeira relevante seja validada por mais de um canal de comunicação e, sempre que possível, por contato direto com o responsável pela solicitação.

Operação Pharus

As investigações integradas e o apoio operacional integram os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus.

A operação representa mais um passo no combate aos grupos criminosos especializados em fraudes eletrônicas, modalidade que vem movimentando milhões de reais em todo o país e exigindo atuação integrada entre unidades policiais, instituições financeiras e órgãos de inteligência.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA