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Forças de segurança de MT permanecerão atuando na liberação das rodovias

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O Gabinete de Crise da Secretaria de Segurança Pública, seguirá o trabalho de liberação das rodovias estaduais e federais em todo Estado. Nesta terça-feira (22.11), as forças de segurança desencadearam operação e 18 pontos que estavam bloqueados já foram desobstruídos pela manhã.

O governador em exercício Otaviano Pivetta destacou que as forças de segurança do Estado vêm atuando em conjunto desde que as manifestações tiveram início, no final de outubro.

“Porém, no último sábado (19.11), tivemos uma mudança no perfil do movimento, com ataques criminosos em trechos da BR-163. Por esse motivo, as forças de segurança deram início à operação, nesta terça-feira, para a desobstrução de todas as rodovias do Estado. O governo irá atuar para a manutenção da ordem e garantir o direito de ir e vir dos cidadãos”, afirmou o governador.

O secretário adjunto de Integração Operacional, Juliano Chiroli, explicou que a operação seguirá em andamento até a liberação de todas as rodovias. Até o momento, 18 pontos em rodovias estaduais (6), federais (9) e municipais (2) já foram liberados.

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Apenas um trecho da BR-070, na saída de Primavera do Leste para Campo Verde, permanece interditado, contudo, as equipes já foram mobilizadas para desobstrução do local. E ainda há bloqueios parciais em oito pontos. E aglomerações em 12 locais.

“O efetivo da Segurança Pública de Mato Grosso está empregado para que as liberações das rodovias ocorram de forma tranquila. Mas, em relação aos ataques criminosos, os agentes das polícias civil e militar e dos órgãos de inteligência investigam os responsáveis para que as devidas punições sejam concretizadas. Tudo está sendo apurado”, pontuou Chiroli.

Para o superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Francisco Lucena, o balanço da operação é positivo.

“A violência empregada nos últimos dias é inadmissível e a resposta está sendo dada no tamanho necessário. Em conjunto com as forças de segurança estaduais, acredito que faremos um trabalho eficiente para deixar 100% das rodovias liberadas. Nosso compromisso é de que ficaremos em ação conjunta o tempo necessário para liberação de todos os pontos”, disse Lucena.

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O Gabinete de Crise é composto pela Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Politec, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e órgãos de inteligência.

Fonte: GOV MT

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Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius

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Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.

De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.

A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.

Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.

Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.

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Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.

A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos. 

Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.

Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.

A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.

“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.

Relatos sobre outras mulheres

Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.

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Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que  uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.

A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.

Medo e pedido de Justiça

A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.

Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.

Boletim de ocorrência Cliquei aqui!!!

Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0

Fonte: Denuncia

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