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Corregedor prestigia posse de novo Comando Regional da PM

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Uma parceria que dá certo e beneficia diretamente à população de Mato Grosso. Assim foi denominada a relação entre o Poder Judiciário e a Polícia Militar pelo novo responsável pelo II Comando Regional da Polícia Militar de Mato Grosso, tenente-coronel Tiago Costa Gomes. A posse dele foi prestigiada pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador José Zuquim Nogueira, o desembargador, Rui Ramos Ribeiro e pelo juiz responsável pela Justiça Comunitária e o Programa Ribeirinho Cidadão, José Antônio Bezerra Filho. A passagem de comando foi realizada no Centro de Convenções do Hotel Hits em Várzea Grande, na manhã desta quarta-feira (23/11).
 
A Força Tática tem atuação direta na região de Várzea Grande, Poconé, Nossa Senhora do Livramento, Jangada, Rosário Oeste e Nobres. Um trabalho de prevenção e repressão ao tráfico de drogas e entorpecentes. “São instituições perenes e que conciliam suas atividades. A Polícia Militar faz sustentação da ordem pública, enquanto o Poder Judiciário garante que a Justiça chegue a quem necessita dela”, disse o novo comandante que cuidará dos seis Municípios informados, dentre eles Várzea Grande, com 136 bairros e um distrito industrial grande. Ele recebeu a missão diretamente do então comandante, ten-cel Benedito Sérgio Pinheiro Ferreira e do comandante da I Região, coronel José Nildo de Oliveira, que parabenizou a Administração atual e desejou sucesso ao empossado.
 
O corregedor-geral da Justiça do Poder Judiciário de Mato Grosso elogiou o trabalho de ambos comandantes e salientou a boa relação entre as instituições. “Como já foi dito. A relação institucional assegura que o sistema atenda à população que é o motivo da existência de nossas instituições. Desejo que a gestão seja de muito trabalho e resultados positivos”, desejou o corregedor ao ten-cel Costa Gomes, que com a posse deixa a assessoria militar frente à Corregedoria.
 
Durante a posse o então comandante, ten-cel Benedito Sérgio informou que cerca de 1 tonelada e meia de drogas foram aprendidas ao longo dos 3 anos e 10 meses de seu comando. O novo comandante é bacharel em Segurança Pública pela UFMT e especialista em Relações Internacionais, Gestão de Projetos, Gestão de Segurança Pública, Operações Policiais e Alta Proteção de Autoridades, além de instrutor de Operações Rurais e Ribeirinhas do Bope, onde também foi comandante, exerceu funções no Departamento de Força Nacional de Segurança Pública em Brasília, entre outras.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem colorida. Três militares fardados e em posição de continência. No No 1º plano o novo comandante Costa Gomes, ao fundo, o comandante da 1ª Região, cel José Nildo e no 3º plano o comandante tem cel Benedito Sérgio que irá comandar a Região de Juína. Na parece do fundo uma arte com a bandeira de Mato Grosso nas laterais e ao centro uma águia, símbolo da Força Tática. Na parte superior esta escrito: aqueles que não fazem ainda estão dispostos a criticar os que fazem algo.
 
Ranniery Queiroz  
Assessoria de imprensa CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Aprimoramento do suporte pedagógico e valorização de potencialidades marcam debate sobre inclusão

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A inclusão escolar ultrapassa a dimensão técnica e demanda a construção de um ambiente pautado pela empatia, pela escuta e pela compreensão das diferenças. A reflexão é do professor Agnaldo Fernandes, um dos mais de mil participantes do evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direitos das Pessoas com Deficiência”, realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

Com 24 anos de atuação na rede pública de ensino em Cuiabá e Várzea Grande, o educador destacou que o processo inclusivo se consolida, sobretudo, na convivência e no envolvimento de toda a comunidade escolar. “Existe também um trabalho importante com os demais estudantes, para que compreendam as diferenças e participem, respeitem e entendam. Exige preparo, sensibilidade e tempo”, afirmou.

A vivência em sala de aula, como professor de Artes, também revela o potencial expressivo dos estudantes atípicos quando encontram estímulos adequados. Segundo o professor Agnaldo Fernandes, há um envolvimento natural dos educadores em buscar estratégias mais direcionadas, especialmente em áreas como as artes, onde muitos alunos demonstram habilidades significativas. “A gente se apega muitas vezes, quer trabalhar de uma forma mais específica, mais enfática, pra que ele consiga se desenvolver, principalmente na minha área, que tem crianças que conseguem ter um potencial incrível na área de artes. Alguns autistas, por exemplo, conseguem trabalhar pintura, o faz de conta, uma série de elementos da arte que são interessantíssimos”, relatou.

No entanto, o tempo limitado e a dinâmica da rotina escolar acabam impondo barreiras à continuidade desse trabalho mais aprofundado. “Só que você tem muito pouco tempo pra trabalhar, aí você tem a próxima turma e a próxima turma e a próxima turma”, acrescentou, ao destacar a dificuldade de conciliar a atenção individualizada com a demanda de múltiplas turmas ao longo do dia.

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Ainda assim, o compromisso dos professores se mantém como um dos pilares da inclusão. O educador enfatiza que há um esforço contínuo para oferecer o melhor atendimento possível, mesmo diante das limitações estruturais. “A gente se esforça muito, tenta fazer o máximo, mas a gente gostaria que tivesse mais um apoio, um espaço específico pra aqueles que precisam, porque são seres humanos que necessitam de um acompanhamento maior”, afirmou.

Para ele, a ampliação desse suporte pode representar um avanço significativo não apenas no processo de aprendizagem, mas também na construção de perspectivas futuras para esses estudantes. “Esse apoio mais estruturado permitiria que eles se desenvolvessem melhor e pudessem, futuramente, estar no mercado de trabalho de uma forma muito mais efetiva”, concluiu.

Promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o evento foi realizado na quinta-feira (16), na Igreja Lagoinha, reunindo mais de 2,1 mil participantes, entre coordenadores escolares, professores e cuidadores de alunos com deficiência. A iniciativa, conduzida pela vice-presidente do TJMT e presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, reafirma o compromisso institucional do Judiciário mato-grossense com a promoção de direitos e com o fortalecimento de práticas inclusivas alinhadas às demandas sociais.

TJMT Inclusivo

O projeto reforça o compromisso do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, com o respeito à neurodiversidade, e dá cumprimento à Resolução nº 401/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece diretrizes de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência no âmbito do Judiciário. A iniciativa também está em consonância com a Lei nº 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

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Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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