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Cuiabá recebe mais vacinas contra o coronavírus para crianças de 3 e 4 anos

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A vacinação da primeira dose de crianças de 3 e 4 anos contra o coronavírus voltará a ser realizada a partir da próxima quarta-feira (30). A capital recebeu uma nova remessa de imunizantes para este público, o que possibilitará a retomada da vacinação.

A vacina destinada ao público de 3 e 4 anos é a Coronavac e a capital recebeu cerca de duas mil doses. “Estas vacinas que recebemos são para primeira e segunda doses, então metade desse quantitativo recebido será utilizado a partir do dia 30 para primeira dose. Após 28 dias da primeira, a criança deve receber a segunda. É muito importante que as crianças completem o esquema vacinal, para que a proteção contra o vírus fique completa”, explicou a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Valéria de Oliveira.

As unidades básicas onde as crianças poderão ser vacinadas contra a Covid são: Ilza Picolli, Jardim Vitória 1, Novo Paraíso 2, Jardim Liberdade/Osmar Cabral, Parque Cuiabá, Pedra 90 1 e 2, Parque Ohara, Altos da Serra 1 e 2, Pico do Amor, Cidade Verde e Quilombo. Destas, a UBS Ilza Picolli e a UBS Parque Ohara funcionam com hora estendida, sem interrupção no almoço e com vacinação até às 20h.

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Valéria reforça o pedido para que os pais também levem as crianças de 5 a 11 anos que ainda não foram vacinadas. “A vacinação das crianças começou em janeiro deste ano e ainda assim vacinamos apenas cerca de 50% deste grupo com a primeira dose e a segunda dose está em cerca de 31%. Estamos vencendo a pandemia graças às vacinas, por isso é importantíssimo que todos levem seus filhos para serem imunizados”, ressaltou.

Entenda a vacinação de crianças contra o coronavírus 

A vacinação infantil contra o coronavírus é dividida por faixa etária.

Crianças de 5 anos a 11 anos recebem a vacina Pfizer Pediátrica. São duas doses, com intervalo de 21 dias.

Crianças de 3 e 4 anos recebem a vacina CoronaVac. São duas doses, com intervalo de 28 dias.

Crianças de 6 meses a 2 anos e 11 meses com comorbidades recebem a Pfizer Baby. Neste caso, são três doses, com intervalo de 4 semanas entre as 2 primeiras e de oito semanas entre a segunda e a terceira.

Todas as crianças devem estar acompanhadas dos pais ou responsáveis, cartão de vacina e documento de identificação.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Prefeitura aplica R$ 37,6 mil em multas e inicia limpeza em condomínio abandonado

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A Prefeitura de Cuiabá deu continuidade, nesta segunda-feira (8), à Operação Escudo Urbano, que interditou preventivamente um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. A ação integrada envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

Durante a fiscalização, foram lavrados autos de infração que somam R$ 37,6 mil em razão das irregularidades encontradas no imóvel. As equipes também iniciaram os serviços de limpeza e remoção de resíduos acumulados no local. Os custos das intervenções serão cobrados dos proprietários do condomínio.

A Energisa Mato Grosso realizou a retirada de cabos e fiações em desuso, além do desligamento de pontos de energia existentes nas edificações, como medida de segurança e para eliminar riscos decorrentes do abandono do empreendimento.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, explicou que a ação foi motivada pelas condições críticas encontradas no condomínio e pelos riscos à saúde pública e à segurança da população. “Trata-se de um imóvel cuja estrutura está bastante comprometida. A Defesa Civil já havia elaborado um laudo anterior condenando a edificação e, agora, com o acesso ao condomínio, constatamos que a situação é ainda mais urgente. Encontramos focos e condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, além da presença de morcegos, pombos e escorpiões. Estamos atuando no momento adequado para evitar que o local se transforme em um problema ainda maior para a saúde pública”, afirmou.

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A secretária reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa operação. Também vamos encaminhar o caso à Procuradoria-Geral do Município para avaliação de medidas judiciais, porque ações pontuais não resolvem definitivamente o problema se não houver manutenção contínua”, acrescentou.

O diretor da Defesa Civil, capitão do CBMMT Marcelo Cerqueira, informou que o primeiro relatório técnico sobre o condomínio foi elaborado em dezembro de 2025. Na ocasião, as equipes não conseguiram acessar o interior do imóvel porque o local estava fechado. “Agora conseguimos entrar e verificamos uma situação preocupante. O condomínio possui 30 imóveis, e vários deles apresentam estruturas avariadas, além de grande acúmulo de lixo. A Limpurb já iniciou uma intervenção para melhorar as condições do ambiente, e vamos concluir o relatório técnico para subsidiar as providências necessárias por parte dos órgãos competentes”, explicou.

A Vigilância em Saúde Ambiental também participou da operação para identificar fatores que favorecem a presença de vetores de doenças e animais sinantrópicos. Segundo o biólogo Jesse Martins, a principal medida recomendada para o local é o manejo ambiental. “O controle químico não é indicado para esse tipo de situação. O mais eficaz é a eliminação dos abrigos e focos que favorecem a permanência desses animais. Encontramos vestígios de morcegos e também algumas larvas, que serão encaminhadas para análise laboratorial e identificação”, informou.

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Durante a vistoria, a Secretaria Municipal de Ordem Pública lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado por lote não limpo, existência de criadouros de vetores e abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. Já o segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido em razão da existência de criadouros de vetores, abandono do imóvel, risco estrutural grave e utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

Ao longo de 2025, a Secretaria realizou três ações fiscais no local para notificar o responsável pelo imóvel a realizar a limpeza e a manutenção da área. Como as tentativas de contato não tiveram resultado, foi necessária a adoção da interdição preventiva, medida amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5). A norma regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos com risco iminente, previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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