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Governo do Estado já investiu mais de R$ 1,1 bilhão em Várzea Grande

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Os investimentos do Governo de Mato Grosso no município de Várzea Grande, ao longo dos quatro anos de gestão, somaram mais de R$ 1,1 bilhão em obras estruturantes e recursos aplicados na Saúde, Educação e ações sociais e culturais, resultando em mais benefícios para a população.

“Várzea Grande nunca recebeu tantos investimentos do Estado. Estamos fazendo uma reparação histórica com essa cidade tão importante para Mato Grosso e que precisa de apoio para se desenvolver. São investimentos em obras estruturantes, que estão melhorando o ir e vir, a saúde, a qualidade de vida e, principalmente, vão ajudar a resolver o problema da água”, observou o governador Mauro Mendes.

Os principais investimentos no município envolvem obras de infraestrutura para melhorar a mobilidade da população. Nesta gestão, o Governo investe R$ 468 milhões para a implantação do Ônibus de Transporte Rápido (BRT, em inglês), que integra a região metropolitana com 29 quilômetros de linha de transporte. O Estado também destinou R$ 204 milhões para a conclusão de 21,5 quilômetros de asfalto no Rodoanel Contorno Norte. 

Outra importante obra de mobilidade é a ponte que ligará o Parque do Lago ao Bairro Parque Atalaia, em Cuiabá. São, ao todo, 320 metros, que receberam investimento de R$ 40,4 milhões. O asfaltamento das vias de acesso à ponte também já está sendo executado. O investimento é de R$ 22 milhões.

Dentre outros investimentos da Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra) está, ainda, a construção da Estação de Tratamento de Água (ETA) do Bairro Chapéu do Sol. O local tem capacidade de tratamento de 250 litros por segundo, e recebeu investimento de R$ 28,4 milhões do Governo do Estado. 

“Várzea Grande recebeu diversos investimentos do Governo, dentre eles esse convênio para construção de uma ETA no Chapéu do Sol, que vai atender uma das principais demandas da cidade, que é a questão do abastecimento de água. Além disso, estamos recuperando o asfalto em vários bairros e lançando muitas obras nessa região”, pontuou o secretário da Sinfra, Marcelo Oliveira. Ao todo, a Pasta investiu R$ 904 milhões no município.

Saúde e educação

Mais de R$ 47 milhões foram empregados pela Secretaria de Saúde para garantir o melhor atendimento à população. Do total, cerca de R$ 40 milhões foram apenas para  melhorias e ampliação da infraestrutura do Hospital Metropolitano, bem como para compra de equipamentos hospitalares, mobiliários e disponibilização de seis ambulâncias. Durante a pandemia da covid-19, o hospital recebeu 180 leitos novos, entre enfermarias e UTIs.

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“As equipes da SES não mediram esforços para modernizar e ampliar a estrutura do Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, em tempo recorde. Esse investimento possibilitou que tornássemos o Hospital Metropolitano a principal referência no tratamento da Covid-19 em Mato Grosso durante o auge da pandemia. Atualmente, a unidade voltou a atuar como referência para outras especialidades importantes, como as cirurgias bariátricas”, destacou a secretária de Estado de Saúde, Kelluby de Oliveira.

O município de Várzea Grande também recebeu investimentos, via convênio, para a reestruturação e ampliação dos serviços de alta e média complexidade no Hospital e Pronto-Socorro. Também foi repassado, R$ 1,4 milhão para a realização de cirurgias eletivas, e R$ 350 mil para a realização de exames de alta complexidade. 

Já na área da Educação foram investidos mais de R$ 87 milhões para reformas e manutenções nas escolas estaduais, novos mobiliários, climatização e modernização das unidades, por meio da entrega de aparelhos smart tvs e chromebooks. O Estado também promove a construção dos prédios das Escolas Estaduais Dunga Rodrigues, Ernandy Maurício Baracat de Arruda, e a implantação de uma nova escola no Residencial São Simão. 

“O Governo do Estado tem investido em tecnologia e na infraestrutura das escolas. Colocamos internet em todas as salas de aula e estamos equipando nossas unidades com smart tvs e chromebooks, ou seja, estamos transformando nossas escolas para atender os estudantes do século 21, com tecnologia, material de qualidade e o nosso professor capacitado para trabalhar com todas essas ferramentas”, afirmou o secretário de Estado de Educação (Seduc), Alan Porto. 

Entre os investimentos da Seduc em Várzea Grande ainda estão o repasse de R$ 4,3 milhões para professores da rede estadual comprarem notebooks para as aulas online durante a pandemia da covid-19. Devido ao ensino remoto, o Estado também investiu R$ 1,5 milhão como ajuda de custo para a contratação de serviços de internet para os professores.

Ainda, está em construção no município o Centro de Inovação do Parque Tecnológico Mato Grosso. São, ao todo, R$ 17 milhões investidos na obra, dos quais R$ 5,8 milhões são recursos do Governo do Estado.

Ações sociais e culturais

O município de Várzea Grande também contou com apoio do Governo de Mato Grosso para ações sociais, e de cultura e lazer para os moradores ao longo dos últimos quatro anos. 

Na área social foram mais de R$ 41 milhões empregados para garantir a segurança alimentar, sobretudo durante a pandemia da covid-19. Apenas por meio do programa Ser Família Emergencial, mais de 9 mil famílias foram assistidas com transferência de renda, enquanto o programa Ser Família Solidário distribuiu mais de 223 mil cestas básicas desde 2020.

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“Esse programa foi um pedido que fiz para o Governo do Estado no período crítico da pandemia. A situação já estava insustentável, então pensei que conceder o auxílio às famílias em situação de vulnerabilidade financeira ajudaria a amenizar os problemas. Conforme a lei de criação, neste mês de dezembro foi paga a última parcela do Ser Família Emergencial, e, a partir do início do próximo ano, o programa passa a ser denominado Ser Família, e os beneficiários serão submetidos a um processo de atualização juntos aos CRAS, respeitando os critérios do CADÚnico”, explicou a primeira-dama Virginia Mendes.

Várzea Grande também recebeu mais 32 mil cobertores e 2,8 mil filtros de barro, para garantir o acesso da população mais vulnerável à água filtrada.

Já as ações culturais e esportivas foram executadas diretamente pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) ou por meio de convênios. Dentre as realizações estão eventos como o 1º Festival Cultural de Várzea Grande, o 1º Festival de Cururu e Siriri de Várzea Grande, e a Supercopa Masculina de Vôlei 2021. Também foram investidos recursos por meio de diversos editais, como Pontos do Esporte, Cultura em Movimento, Audiovisual, e o MT Afluentes. Ao todo, foram R$ 6,5 milhões investidos no município.

Mais investimentos

Outra área prioritária do Governo foi a Segurança Pública, que investiu R$ 28,3 milhões em Várzea Grande, por meio da construção da nova penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, ampliação e reformas no Ciopaer, no 25º Batalhão da PM, e na Academia Costa Verde, além de compras de novos equipamentos e mobiliários para o Ciopaer e PM.

O Estado também investiu R$ 1 milhão para compra de uma nova viatura auto tanque e de um container para treinamento do 2º Batalhão do Corpo de Bombeiros em Várzea Grande.

Já por meio da agência de fomento Desenvolve MT, foram quase R$ 2 milhões de créditos liberados para micro, pequenos e médios empresários do municípios.

O Governo também investiu mais de R$ 24 milhões para regularização fundiária em Várzea Grande. O recurso foi empregado na contratação de uma empresa especializada para implantação e operação de um sistema informatizado de gestão de processos.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Sema monitora mais de 400 planos de manejo em execução no estado de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) monitora, atualmente, 402 planos de manejos autorizados e em execução. O Estado possui 5,2 milhões de hectares em áreas de manejo e a meta é chegar até 6,5 milhões até 2040.

Nesta quinta-feira (25.6), equipes do órgão ambiental participaram de uma imersão prática na Fazenda Leonel Bedin, em Ipiranga do Norte, onde cerca de 150 pessoas acompanharam em campo as etapas do manejo em uma área de 300 hectares.

A atividade integrou a programação da 6ª edição do Dia na Floresta, promovida pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem).


“Quando nós olhamos para as áreas de manejo, a incidência é de menos de 10% de desmatamentos posteriores e também não há incidência de incêndios florestais porque essas áreas possuem acessos e mantém toda uma estrutura”, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

Ela explicou que o manejo florestal não se confunde com a supressão de vegetação. “A incidência de ilegalidade nos desmatamentos é superior do que em manejo florestais sustentáveis”, assegurou.

No manejo florestal, conforme a secretária, existem critérios a serem seguidos para o levantamento florestal e realização do inventário dos indivíduos existentes na área contemplada no projeto de manejo. A partir desses dados e levando em consideração a renovação da floresta, é estabelecida uma matriz com a indicação do quanto é possível ser extraído do manejo.


“O Brasil tem critérios técnicos muito mais especializados do que em os outros países, que não possuem um regramento que faça uma composição que considera a especificidade de cada área. Em Mato Grosso nós possuímos várias matrizes, pois as regiões são diferentes. Mas ao final, todos esses critérios levam para o objetivo principal que é manter a floresta para o novo ciclo”, ressaltou Lazzaretti.

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O processo para autorização do manejo florestal, segundo a secretária, começa com a elaboração do projeto pelo empreendedor. O órgão ambiental recebe todos os dados de forma digital, com 100% do inventariado e georreferenciado.

Na sequência, os dados são analisados pelos técnicos que atuam no licenciamento e se tudo estiver de acordo com a legislação, inclusive o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado, a Sema emite a autorização de exploração florestal.

“Com a emissão da autorização, nós temos uma estrutura de monitoramento e passamos a confrontar as imagens de área que nós temos com a exploração que acontece em campo e com a comercialização desses produtos no nosso sistema Sisflora 2.0, que acompanha o corte, a secção, o transporte e o comércio de todo o produto florestal deste manejo”, explicou.

Segundo a secretária, o monitoramento contínuo permite ao órgão ambiental acompanhar se a exploração está ocorrendo exatamente onde foi autorizada e se a árvore que foi cortada e informada no sistema é compatível com a que foi apresentada no projeto.

Para o presidente do Cipem, Gleisson Tagliari, o manejo representa um compromisso de longo prazo com a manutenção da floresta em pé, capaz de manter a área produtiva e preservada nas décadas seguintes.

“Quando você faz manejo florestal, assume um compromisso de garantir que aquela propriedade permaneça com floresta e que, daqui a 25 ou 30 anos, exista um novo ciclo de madeira. Ou seja, você promove também a conservação das nossas florestas. Levar esse conhecimento adiante traz mais credibilidade, mais visibilidade e gera mais confiança sobre o trabalho desenvolvido pelo setor”.

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Nas áreas de manejo, o corte das árvores é feito de maneira seletiva, respeitando o ciclo de vida dos indivíduos. Árvores que já cumpriram o seu papel na natureza são colhidas de forma estratégica, minimizando o impacto ambiental e dando espaço para que suas filhas possam crescer para proliferação da espécie.


Imersão na floresta

Durante a trilha técnica, os participantes percorreram trechos da floresta acompanhados por especialistas. A atividade contou com apoio tecnológico do aplicativo Madereiro, G2R Soluções tecnológicas, que fornece em tempo real o mapa da área, árvores catalogadas e a classificação das espécies por um sistema de cores.

Fechando o ciclo, os participantes visitaram a Madeireira São Miguel, em Sinop, para conhecer de perto as etapas da indústria, acompanhando a transformação de toras brutas em matéria-prima pronta para uso na construção civil, fabricação de móveis ou outros setores.

O Dia na Floresta 2026 contou com o apoio de diversas entidades, entre elas, a Sema, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec), Universidade Federal de Mato Grosso, Corpo de Bombeiros Militar, Associação Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF) e vários sindicatos.

Fonte: Governo MT – MT

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