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Governo de MT lamenta morte do ex-comandante-geral do Corpo de Bombeiros

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O Governo de Mato Grosso lamenta o falecimento do ex-comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar coronel BM Fábio Pereira Leite, aos 71 anos, na madrugada deste domingo (08.01), em Cuiabá. 

O coronel entrou para o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso em 1975 e foi o segundo comandante-geral da corporação. Ele também ocupou outras funções, como chefe do Estado Maior, diretor de Serviços Técnicos, e foi comandante do 1º Batalhão Bombeiro Militar. Ele foi para a reserva remunerada em 1997 e reformado em 2018.

“Eu e minha esposa, Virginia, nos solidarizamos com toda a família e amigos do coronel, que muito contribuiu com a história do nosso Corpo de Bombeiros. Pedimos que Deus dê forças e conforto aos seus corações”, lamentou o governador Mauro Mendes. 

O velório do coronel BM reformado segue até às 16h deste domingo, na Capela Jardins, sala Hortênsias. O sepultamento será realizado em seguida, às 17h, no Cemitério Parque Bom Jesus. 

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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