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Adolescentes aprendem manutenção de computadores e celulares durante internação

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Por meio de uma parceria entre a Secretaria de Segurança Pública (Sesp-MT) e a Secretaria de Estado de Ciência Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT), 20 internos do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Cuiabá têm a oportunidade de aprender a fazer manutenção de computadores e celulares.

A secretária-adjunta de Justiça, Lenice Barbosa, destaca a importância da oferta de cursos que têm como propósito a especialização da mão de obra dos adolescentes internados no Sistema Socioeducativo de Mato Grosso em uma área crescente no mercado para evitar a reinternação.

“Visto que a modernização da tecnologia acompanha a alta demanda de serviços nesta área, a oferta destes cursos vai auxiliar os adolescentes na socialização, oferecendo a oportunidade de inserção no mercado de trabalho ou até mesmo a abertura do seu próprio negócio após deixar a unidade”, destaca a secretária-adjunta.

Lenice acrescenta que fomentar a profissionalização e o empreendedorismo aos adolescentes é uma das metas para 2023. Segundo ela, no mês de março a previsão é de ofertar mais dez vagas do curso de manutenção de computadores para as adolescentes da internação feminina.

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Os cursos têm a carga horária de 80 horas, começaram no dia 30 de janeiro e será realizado até o dia 24 desse mês. As aulas são ministradas na própria unidade com equipamentos oferecidos pelo programa Recytec.

Os dez alunos do curso de manutenção de computadores aprenderão desde a identificação de problemas de sistemas à montagem do computador. Já os dez participantes do curso de manutenção de celulares aprenderão na prática a trabalhar com vários modelos e marcas de smartphones.

No ano passado, 45 adolescentes do Sistema Socioeducativo em Cuiabá participaram dos cursos de manutenção de computadores e informática básica oferecidos pelo programa Resytec, uma parceria da Seciteci e a organização Programando o Futuro com o Ministério das Comunicações.

(Com a supervisão de Willian Silva)

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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