Tribunal de Justiça de MT

Escola Superior da Magistratura participa do lançamento da Rede Nacional de Escolas Judiciais

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A diretora-geral da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, e desembargador Márcio Vidal, vice-diretor, participam, em Brasília (DF), do Encontro das Escolas Judiciais e da Magistratura. O evento, que teve início ontem (2 de março) e prossegue até esta sexta-feira (3 de março), é realizado na sede da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam).
 
Representantes das escolas judiciais e da magistratura de todas as regiões do Brasil se reúnem para o encontro anual com a direção e coordenação das escolas. Nesta edição, foi realizado o lançamento da Rede Nacional de Escolas Judiciais e da Magistratura (Renejum).
 
“Nós, da Esmagis-MT, assinamos nossa adesão à Rede Nacional, o que representa um importante passo para que todas as escolas judiciais e da magistratura possam trabalhar de maneira mais alinhada, em sinergia de esforços, com foco em capacitações com cada vez mais qualidade e inovação. Trabalhando de maneira conjunta, poderemos compartilhar boas experiências e consolidar o trabalho de todas as escolas do país”, salientou a desembargadora Helena Ramos.
 
Realizado de forma presencial, o encontro visa aperfeiçoar o trabalho em rede com foco em situações específicas do contexto educativo, por exemplo, as gestões administrativa, pedagógica e acadêmica, dentre outras ações que demandem competências das equipes gestoras e técnico-pedagógicas.
 
O ministro Mauro Campbell Marques, diretor-geral da Enfam, salientou que o evento propicia atividades que auxiliarão as escolas a atuarem de modo articulado, sobretudo do ponto de vista cooperativo e com maior qualidade nas formações. “Iremos propor soluções para os problemas comuns às escolas, compartilhar as realidades locais e as expectativas de cada uma delas, favorecendo a integração, articulação e o desenvolvimento da Rede como um todo”, afirmou.
 
Também participam do evento o juiz auxiliar da Esmagis-MT, Antônio Veloso Peleja Júnior, o secretário-geral, Frederico Côsso, e a pedagoga Vânia Maciel Ribeiro.
 
Renejum – Dentre as suas atribuições, caberá a promoção de estudos, pesquisas, projetos e trabalhos conjuntos, voltados à implementação de atos normativos e políticas públicas no âmbito do Poder Judiciário; o
 
compartilhamento de boas práticas, conhecimentos e informações referentes à educação judicial e inovação no sistema de justiça; a socialização de iniciativas inovadoras e sustentáveis no que se referem à gestão educacional, ao currículo e à avaliação no âmbito da educação dos membros do poder judiciário; bem como o desenvolvimento de estratégias e ações colaborativas voltadas à excelência da tutela jurisdicional prestada, fazendo convergir as ações de aperfeiçoamento promovidas entre os seus membros.
 
Segundo a Enfam, a Rede Nacional de Escolas Judiciais e da Magistratura representa um importante passo rumo à concretização do trabalho educativo em rede, a partir da institucionalização de ações de governança e liderança as quais, de forma articulada, promovem o desenvolvimento integral dos usuários, o aprimoramento das estratégias de comunicação interna e externa, a atualização da estrutura formação e dos mecanismos de gestão às novas tecnologias e metodologias de inovação, bem como a interação, cooperação e o fortalecimento de parceria com outras instituições públicas e privadas, conforme preconizado no Planejamento Estratégico das Escolas Judiciais e de magistratura 2021-2026.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: fotografia colorida registrando a equipe da Esmagis-MT posando para foto. Eles estão em pé. Ao lado, um telão com a frase: Encontro com Direção e Coordenação das Escolas Judiciais e da Magistratura. Segunda imagem: fotografia colorida mostrando os magistrados que estão participando do encontro. Eles estão em pé, posicionados lado a lado, em um semicírculo.
 
Lígia Saito (com informações da Enfam) 
Assessoria de Comunicação 
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Canal e registro garantem sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento da sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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