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Mês de Março: Oficina de turbantes colore a Secretaria Municipal da Mulher

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“Autoestima, elegância e empoderamento são palavras que definem a transformação que um turbante é capaz de fazer. Ele vai além da versatilidade e diversas opções de estampas e amarrações, com cores fortes e estampas florais, o turbante é a história na cabeça”. A definição é da secretária-adjunta da Mulher, Elis Regina Prates, durante a oficina de turbantes realizada na sexta-feira (17). A iniciativa integra a ;programação especialmente elaborada para celebrar o dia da Mulher (8 de março).

Durante a oficina, mulheres simpatizantes ao turbante aprenderam mais em relação à peça, que vai além de um acessório de moda e tendência de visual.

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Para a participante Julia Café, a oficina é de extrema importância pois valoriza a história, cultura e estética africana e afro-brasileira. Ela, que já é adepta ao turbante, afirma que o uso do adorno é uma maneira de empoderar as mulheres negras e apresentar outras belezas que não as que a moda impõe como ideal.

“Uma das formas de mostrar nossa cultura é por meio do turbante, para que as pessoas possam conhecer e entender qual o significado e importância deste elemento na vida da mulher negra. Com essa oficina nós conseguimos fazer com que a mulher negra reflita sobre o seu posicionamento na sociedade, sua construção, e seu protagonismo negro na sociedade”, destaca.

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Para Neuza Brito, foi excelente participar da ação. Ela conta que já que tinha curiosidade em aprender a fazer as amarrações.

“Foi bom ter vindo. Cheguei aqui por causa da beleza do turbante e hoje sei que por trás desse deslumbre tem todo o contexto de uma história de afirmação, de luta”, disse.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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