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Corpo de Bombeiros credencia instrutores e monitores para cursos de formação

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) publicou, nesta segunda-feira (03.04), dois editais para credenciamento de instrutores e monitores para os Cursos de Formação de Oficiais e Soldados. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até às 17h do dia 14 de abril.

O credenciamento é realizado por meio da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa (DEIP) do Corpo de Bombeiros, para fins de desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão.

São credenciados, no âmbito do seu sistema de ensino, profissionais que possuam formação e experiência profissional, para atuação em caráter contratual no Curso Formação de Oficiais Bombeiros Militares (CFOBM) e Curso de Formação de Soldado Bombeiro Militar (CFSDBM), conforme a demanda.

As inscrições para o credenciamento do Curso de Formação de Oficiais Bombeiros Militares deverão ser realizadas CLICANDO AQUI.
Já os candidatos ao credenciamento do Curso de Formação de Soldado Bombeiro Militar deverão se inscrever AQUI.

Esclarecimentos poderão ser prestados por meio do telefone nº (65) 3613-7427 e (65) 3613-7414 ou através do endereço eletrônico [email protected].

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Para conferir o edital de credenciamento para o Curso Formação de Oficiais Bombeiros Militares, ACESSE AQUI.
Já o edital de credenciamento para o Curso de Formação de Soldado Bombeiro Militar está DISPONÍVEL AQUI.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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