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Indea intensifica fiscalização de trânsito de pescado na Semana Santa

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O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) intensificou em todo o Estado as fiscalizações volantes em entradas de acesso municipais a fim de monitorar o trânsito de cargas de pescado durante a Semana Santa, marcada tradicionalmente pelo aumento do consumo de peixe.

A medida é preventiva e tem como objetivo principal averiguar se a carga respeita as boas práticas sanitárias e se possui documentação sanitária, como Guia de Transito Animal (GTA) e nota fiscal.

Nas barreiras volantes, os fiscais e agentes fiscais do Indea irão averiguar ainda o acondicionamento do pescado. Cargas em desacordo estarão sujeitas a penalidades previstas em lei, como apreensão, destruição ou retorno a origem.

A sugestão dos servidores do Indea para quem for comprar peixe nessa época é de que opte por locais cujo pescado tenha certificação, advindos de indústrias com inspeção oficial.

Dicas de compra de pescado
Cheiro, textura e cor são algumas das características que precisam ser observadas na hora de escolher os pescados. Também é importante se atentar para os olhos dos pescados, que devem estar salientes e brilhantes. As escamas devem estar bem firmes e úmidas junto ao corpo. Aderente também precisa estar a carne aos ossos e cartilagens.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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