Tribunal de Justiça de MT

Poder Judiciário de Mato Grosso

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A juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), Christiane da Costa Marques Neves, visitou na tarde de segunda-feira (17 de abril), a Casa Lar Mara Aparecida Fernandes Macedo Cavazzini, em Tapurah (a 433 km a médio-norte de Cuiabá). O que poderia ser descrito como um anúncio imobiliário é, na verdade, uma casa acolhedora que recebe crianças e adolescentes da Comarca em situação de risco pessoal, social e de abandono.
 
Com cinco quartos, sala de estar e jantar, cozinha, banheiros e uma ampla área externa com espaço verde e um parquinho infantil, a Casa Lar oferece uma estrutura adequada para os acolhidos. A coordenadora da Casa, Marlene Luiza Orlandi, afirmou que os acolhidos têm uma rotina com atividades escolares e outras vinculadas à comunidade local.
 
A Casa Lar funciona como uma residência familiar, garantindo proteção integral à criança e ao adolescente. Atualmente, abriga duas crianças, mas esse número é fluído e depende da necessidade do município.
 
A juíza auxiliar da CGJ-MT, Christiane da Costa Marques Neves, é responsável pelos assuntos a Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA) e aproveitou uma correição extraordinária na Vara Única da Comarca de Tapurah para conhecer a unidade.
 
Durante a visita, a magistrada se encantou com a estrutura da casa e com o excelente trabalho das responsáveis. Ela sugeriu que os registros fotográficos das atividades diárias das crianças fossem separados de forma virtual em pastas e encaminhados para as famílias quando as crianças fossem adotadas, o que seria uma forma de preservar a história dos pequenos.
 
“O trabalho das responsáveis é digno de admiração e reconhecimento. Este é um exemplo de como a estrutura física e o acolhimento afetivo podem contribuir para o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade”, declarou Christiane da Costa Marques Neves.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto horizontal colorida da casa lar em Tapurah. Mostra a porta de um quarto com uma gravura de um menino. Ao fundo parte de uma cama e pela janela é possível ver a estrutura do parquinho infantil.
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação da CGJ

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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