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Operação flagra 76 motoristas sem habilitação e 81 sem cinto de segurança em abril

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Conduzir veículo sem possuir habilitação, sem usar o cinto de segurança e sem possuir o licenciamento do ano são infrações recorrentes no decorrer do ano e as que foram mais registradas nas ações de fiscalização de trânsito em abril. Somente no mês passado, foram 76 autos de infração por conduzir veículo sem habilitação, 81 flagrantes de condutores sem o cinto de segurança e 83 veículos sem o licenciamento.

Também foram autuadas 54 pessoas por conduzirem veículos com calçados que não se firmam aos pés (como chinelos e sandálias sem alças traseiras que comprometem a utilização dos pedais), 39 pessoas dirigindo veículo segurando ou utilizando aparelho celular e 11 pessoas flagradas no banco do passageiro sem usar o cinto de segurança, equipamento de retenção obrigatório para todos os ocupantes do veículo.

“Quando a pessoa conduz um veículo sem ser habilitada, sem usar o cinto de segurança, com calçados inapropriados que podem prejudicar o manuseio dos pedais, ou falando ao celular, ela coloca em risco não somente a vida dela, mas o trânsito como um todo. Para termos um trânsito mais seguro é primordial a responsabilidade e o cuidado de todos”, enfatizou a coordenadora de Conformidade Legal do Detran-MT, Kelli Lopes Felix.

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Nas operações realizadas no mês de abril foram confeccionados ao todo 398 Autos de Infração de Trânsito e 310 veículos fiscalizados. Os flagrantes ocorreram durante a operação “Forma Clara” realizada no mês de abril, em Cuiabá, pela equipe de fiscalização do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Batalhão de Trânsito da Polícia Militar e Semob.

Redução de sinistros

Ao longo do mês de maio serão realizadas diversas ações da Campanha Maio Amarelo em Mato Grosso com o objetivo de sensibilizar a sociedade para a construção de uma cultura de paz e segurança no trânsito.

A programação conta com palestras com estudantes do ensino médio, motoristas profissionais, em empresas, abordagens educativas com pit stop em avenidas de grande fluxo de veículos em Cuiabá e Várzea Grande com maiores índices de sinistros, amigo da rodada, entre outras ações.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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