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Hospital Regional de Rondonópolis realiza primeira biópsia cerebral na unidade

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O Hospital Regional de Rondonópolis realizou a primeira neurocirurgia estereotáxica para biópsia cerebral na unidade. A cirurgia durou cerca de duas horas e foi bem-sucedida. O paciente segue internado em observação e apresenta quadro de saúde estável.

O procedimento é considerado de alta complexidade e indicado para casos em que a retirada do tumor possa causar muitos danos sensoriais devido à localização no cérebro. Neste contexto, é indicada a biópsia cerebral para análise do material e seguimento para quimioterapia.

“Para a realização deste tipo de procedimento, utilizamos o sistema de biópsia estereotáxica, que é acoplado na cabeça do paciente com anestesia local, e logo após fazemos uso de exames de imagem. Localizamos o ‘alvo’ que vai ser biopsiado e a retirada deste alvo precisa ser muito bem traçada”, explicou o médico neurocirurgião Felipe Bastos.

Para a diretora do Hospital Regional de Rondonópolis, Milena Polizel, a realização do procedimento demonstra o comprometimento da equipe que atua na unidade.

“É um procedimento muito delicado e que a nossa equipe desenvolveu com maestria. A equipe do Hospital Regional está de parabéns por dar resolutividade a procedimentos complexos como esse”, acrescentou.

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A biópsia foi realizada pela equipe de neurocirurgia do Hospital Regional de Rondonópolis, que também é composta pelos médicos neurocirurgiões Gabriel Chaves e Edilson Marques. A equipe conta com o suporte da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neurológica da unidade.

“O Hospital Regional de Rondonópolis vem reestruturando os atendimentos de alta complexidade desde 2019. Aos poucos, aumentamos a oferta dos procedimentos de alta complexidade, fato que reduz a transferência de pacientes para a realização de procedimentos em outros municípios e regiões. Isso dá mais qualidade de vida aos pacientes da região sul do estado”, concluiu a secretária adjunta de gestão hospitalar da SES, Caroline Dobes.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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