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Projeto de prevenção ao tabagismo realiza série de palestras em escolas

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Na próxima quarta-feira, dia 31 de maio, a discussão sobre tabagismo será no palco com encenação teatral

“É hora de evaporar os principais prejuízos do tabaco e do cigarro eletrônico”. E esse assunto rendeu muita conversa ontem, 24 de maio, entre a médica pneumologista, Simone de Oliveira e uma turma bem animada: os alunos da Escolas Estadual Ignácio Schevinski Filho. Simone discutiu com os jovens e adolescentes os riscos do cigarro, quer seja em tabaco ou eletrônico, o famoso vape, abreviação de vaporizador.

A formação segue um cronograma que iniciou ainda em 2022, quando a profissional realizou uma série de palestras em escolas estaduais para tratar do assunto. No ano passado o tema trabalhado foi “Não se engane com as novidades; ele não é inocente e pode te matar” e a ênfase foi justamente no cigarro eletrônico.

E em 2023, o projeto ganhou reforços, inclusive com formação dedicada aos professores de ciências que atuam no ensino fundamental/anos finais. “O público dos anos finais é formado por adolescentes e jovens, justamente a idade que está propícia a desenvolver o hábito de fumar”, pontua a coordenadora do departamento de Educação em Saúde, Sílvia Gehring. “Daí a importância de trabalharmos informação preventiva com esse público específico, e, além disso, ofertarmos informações seguras para que os professores possam dispor de ferramentas educativas em sala de aula”, ressalta.

A coordenadora destaca que o Município busca aliar a informação a todo o atendimento que a Secretaria oferta aos pacientes tabagistas com intuito de prevenir e amenizar os danos causados pelo tabaco. “Muitas vezes o aluno trabalha esse tema na escola, leva um choque de realidade e percebe que não tem nada de bacana no tabaco; o estudante também leva a informação pra casa, estimulando familiares a parar de fumar”, defende Sílvia.

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Tabagismo discutido no palco

E para falar mais dos riscos do tabagismo em sessão única no dia 31 de maio, às 19 horas, no Auditório Magessi do Centro de Eventos Ari José, estará em cartaz a peça “É hora de evaporar os prejuízos do tabaco e do cigarro eletrônico”. A entrada é gratuita e a peça é permitida para maiores de 12 anos.

Em cena jovens e adolescentes que gostam de novas experiências. Mas, como nem toda nova experiência é boa, a peça aborda justamente os riscos do cigarro, quer seja em tabaco ou eletrônico, o famoso vape, abreviação de vaporizador.

O trabalho desenvolvido tanto com a formação de professores como com palestras e o teatro, integra uma série de ações da Comissão de Integração de Ensino e Serviço (Cies) da Secretaria de Saúde e Saneamento (Semsas) que nessa edição também conta com o apoio das secretarias de Educação (Semed) e a Secretaria de Cultura, Turismo e Juventude (Semcultj).

O vape

De acordo com cientistas, o cigarro eletrônico, também chamado de vape – abreviação de “vaporizador”; assim como o cigarro convencional também faz mal à saúde por liberar nicotina. Presente tanto nos cigarros tradicionais quanto no vape, a nicotina causa vício, ou seja, ao ser inalada provoca dependência assim como outros tipos de drogas.

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Dados sobre tabagismo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a dependência em drogas lícitas ou ilícitas é uma doença, e o uso indevido de substâncias como álcool, cigarro, dispositivos eletrônicos e outras drogas é um problema de saúde pública de ordem Internacional que preocupa nações do mundo inteiro, pois afeta valores culturais, sociais, econômicos e políticos. O tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas a cada ano; mais de 7 milhões dessas mortes resultam do uso direto do tabaco, enquanto cerca de 1,2 milhão são de não-fumantes expostos ao fumo passivo.

De acordo com um estudo do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o uso de cigarro eletrônico aumenta em mais de três vezes o risco de experimentação de cigarro convencional e consequente dependência, tornando-se cada vez mais popular entre adolescentes adultos e jovens. O cigarro eletrônico pode causar lesões pulmonares graves e levar à dependência da nicotina, além disso, pode provocar danos na mucosa oral, irritação da garganta e olhos, crises de asma, rinite, pneumonia e também favorecer o aparecimento de diversas complicações cardiovasculares.

Estudos demonstram que as complicações do tabagismo matam mais que AIDS, malária, tuberculose, crack, cocaína e heroína, configurando-se como a maior causa evitável de doenças, invalidez e morte. Fumar é um fator de risco para mais de 50 doenças, metade delas incapacitantes e/ou fatais.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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