MATO GROSSO

Execução fiscal de multas eleitorais e cumprimento de sentença são abordados em curso

Publicado em

Teve início, nesta segunda-feira (12.06), o curso telepresencial “Execução Fiscal de Multas Eleitorais e Cumprimento de Sentença”, promovido pela Escola Judiciária Eleitoral (EJE-MT) do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Mais de 180 pessoas, entre magistrados(as) eleitorais, promotores(as) eleitorais e servidores(as), participam da atividade, que ainda terá aulas nos dias 14 e 19 de junho.

Durante a abertura, a vice-presidente e corregedora regional eleitoral do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, definiu a capacitação como imprescindível. “Com o intuito de melhor elucidar as nuances atinentes ao tema nos feitos que tramitam em nossa cada vez mais extensa competência jurisdicional, foi que a Escola Judiciária Eleitoral do Tribunal optou por incluir este curso no Plano Anual de Trabalho 2023. É muito importante difundir os conceitos e regramentos para cumprimento das novas diretrizes introduzidas pela Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.709/2022, que estabeleceu procedimentos específicos e de certa forma inovadores relativos à cobrança de multas e sanções de natureza pecuniária não criminais na Justiça Eleitoral”.

Leia Também:  SES realiza mais duas cirurgias de implante coclear pelo SUS em MT

A desembargadora frisou ainda que o curso busca elucidar a forma adequada de atendimento ao novo regramento do TSE e contribuir para dirimir dúvidas sobre como adequar o normativo com o disposto no Código de Processo Civil (CPC), Código Eleitoral, Lei de Execução Fiscal (LEF), Código Tributário Nacional (CTN) e Lei nº 10.522/2002, bem como sobre os reflexos nas atividades de primeiro e segundo graus de jurisdição.

O tema é ministrado pela mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Michelle Pimentel Duarte, que agradeceu ao TRE-MT pela oportunidade. Ela também possui especialização em Direito Processual Civil pela UNISUL e é analista judicial do TRE-MA, atualmente cedida ao TSE, onde atua como coordenadora de supervisão e orientação da Corregedoria Geral Eleitoral. A palestrante ainda é professora de curso de pós-graduação e formadora pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira (ENFAM).

Nesta primeira aula, Michelle Pimentel abordou os conceitos e a distinção entre cumprimento de sentença e execução fiscal e detalhou as novidades trazidas pela Resolução do TSE nº 23.709/2022.

Leia Também:  Cinco condutores são presos durante Operação Tolerância Zero Sobre Duas Rodas em Várzea Grande

O conteúdo programático também inclui os seguintes assuntos: Ações eleitorais e cominações de multa e devolução ao erário; procedimento do cumprimento de sentença; visão geral do procedimento; as novidades no polo ativo – presença da Procuradoria da União; meios indiretos de satisfação do crédito – cadastros de inadimplentes e  alternativas à penhora; anotações no Cadastro; atos expropriatórios; a suspensão do feito e o parcelamento do débito; e extinção do feito.

A abertura do curso também contou com a participação do vice-diretor da EJE-MT, juiz-membro na categoria jurista, Eustáquio Inácio de Noronha Neto.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Imagem de um espiral desfocada no tom cinza claro ao fundo, contendo uma faixa azul clara acima com a palavra conhecimento. Logo abaixo, de forma mais ampla e centralizada, está o texto CUMPRIMENTO DE SENTENÇA – MICHELLE PIMENTEL DUARTE PARA O TRE-MT EM JUNHO 2023. Mais abaixo, tem a imagem de print da tela do computador que mostra os participantes do curso online.

Fonte: TRE – MT

Advertisement

MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Published

on

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia Também:  Polícia Civil prende trio de traficantes durante investigações de roubo em Tangará da Serra

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA