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Polícia Militar prende suspeito e recupera relógios roubados em Rondonópolis

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Policiais militares do 5º Batalhão prenderam em flagrante um homem de 40 anos por roubo, na manhã desta segunda-feira (19.06), no centro de Rondonópolis. Na ação, a PM recuperou nove relógios e impediu prejuízo de R$ 5,4 mil ao estabelecimento.

Conforme o boletim de ocorrência, por volta de 10h10 a equipe do 5º BPM foi acionada para verificar uma situação de roubo em uma ótica. No local, os militares encontraram as proprietárias da loja, que afirmaram que o suspeito entrou no comércio e pediu para ver relógios, momento em que simulou estar armado, anunciou o roubo e recolheu os objetos.

De posse das informações e características, os policiais iniciaram diligências em busca do criminoso, que teria fugido em uma bicicleta, segundo as vítimas. Em poucos minutos, a equipe do 5º BPM encontrou o suspeito e flagrou o homem fugindo após ele visualizar a viatura da PM.

Em seguida, foi iniciado acompanhamento e o suspeito foi detido na avenida 15 de Novembro. Durante a revista pessoal, os policiais localizaram os relógios roubados na cintura do suspeito.

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Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia de Rondonópolis para registro do boletim de ocorrência e demais providências. Foram identificadas outras passagens policiais do criminoso. As proprietárias do estabelecimento conseguiram recuperar os relógios roubados.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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