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“Estrutura para atletismo em MT se iguala a dos grandes centros de treinamento do mundo”, afirma presidente da Confederação Brasileira

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O presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), Wlamir Motta Campos, elogiou a estrutura do Centro Olímpico de Treinamento (COT) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá, que recebeu investimentos do Governo de Mato Grosso. O espaço é palco do Troféu Brasil Interclubes Loterias Caixa 2023. A competição iniciou nesta quinta-feira (06.07) e segue até domingo (09).

“Essa é, sem sombra de dúvidas, uma das principais arenas de atletismo do Brasil. A pista, fabricada no Canadá e montada aqui, se iguala as dos grandes centros de treinamento do mundo. É a mesma pista onde foram realizados os Jogos Olímpicos de Tokio, além dos equipamentos e implementos de primeira qualidade, arquibancada coberta e áreas para recovery. Este já é um evento gigante, do tamanho de Mato Grosso”, afirmou o presidente da CBAt, na cerimônia de abertura da competição.

O COT da UFMT foi projetado para atender aos times da Copa do Mundo de 2014, sediada em Cuiabá, mas teve as obras paralisadas antes de sua conclusão. O espaço só foi inaugurado em 2020, na gestão do governador Mauro Mendes, com investimento total de R$ 17,1 milhões.

Para o Troféu Brasil 2023, o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), investiu outros R$ 1,5 milhão para a realização do evento. Sediado pela primeira vez na região Centro-Oeste, o Troféu Brasil 2023 conta com a participação de 750 atletas, de 120 clubes nacionais.

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O governador Mauro Mendes lembrou que o objetivo do Governo de Mato Grosso é utilizar o complexo esportivo para receber grandes competições, e afirmou que, desde o Brasileiro Sub-23 do ano passado, o Estado almejava sediar o Troféu Brasil. A competição é reconhecida no calendário como maior evento interclubes da América Latina.

“É com muita alegria que estamos recebendo mais uma importante competição em nosso Estado. Temos aqui centenas de atletas, nas diversas modalidades, e ver o COT, que era mais uma das obras inacabadas da Copa, sendo palco de um evento tão grandioso, que motiva e impulsiona o atletismo em nosso Estado, é, para nós, uma honra. Temos certeza que ainda vamos sediar outras competições nacionais e, quem sabe, internacionais”, avaliou o governador, que participou da cerimônia de entrega de medalhas aos vencesdores das finais masculina e feminina da prova mais rápida do atletismo, os 100 metros rasos.

O secretário adjunto de Esporte da Secel-MT, David Moura, acrescentou que o evento serve de inspiração para Mato Grosso e seus atletas.

“Ser anfitrião de um evento como esse inspira não somente os atletas do atletismo, mas do esporte em geral. Nós precisamos dos ídolos para entender do que somos capazes, e são eles que nos fazem acreditar que é possível chegar lá. Estamos felizes porque a competição já está sendo um sucesso, recordes foram batidos, a pista é boa e o ambiente favorável. Hoje somos o centro do atletismo no país”, comentou.

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Participaram da abertura oficial da competição autoridades, representantes da UFMT, da CBAt e da Federação de Atletismo de Mato Grosso (FAMT), além de atletas e heróis olímpicos.

O evento é uma realização do Governo de Mato Grosso, por meio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), com apoio do SESI, da FAMT e da UFMT.

Primeiro dia de competição

Nesta quinta-feira, o Troféu Brasil teve início com a disputa de diversas provas, entre elas os 100m e 400m rasos, do masculino e feminino, provas de saltos em altura, em distância e triplo, incluindo a final com vara feminina.

Confira aqui o resultado oficial do primeiro dia de competição, que garantiu a primeira medalha de Mato Grosso ao atleta, Wendell Jerônimo, o segundo lugar na prova de 5.000 metros. O mato-grossense é beneficiário do bolsa atleta do programa Olimpus, desenvolvido pela Secel-MT, que apoia atletas, paratletas, guias e técnicos de diversas modalidades esportivas.

A programação completa desta sexta-feira (07.07) e dos próximos dias pode ser acessada no site da competição (AQUI).

Todas as provas estão sendo transmitidas ao vivo pela TV Atletismo Brasil, por meio do YouTube da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). A narração é de Ennio Ricanelo e os comentários serão feitos por integrantes do programa Ídolos do Atletismo, das Loterias Caixa e da CBAt.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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