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Governador: “Unidade tem padrão de clínica particular e os profissionais estão disputando para trabalhar aqui”

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Ao entregar a UPA do Jardim Leblon, em Cuiabá, o governador Mauro Mendes destacou que a unidade ficou tão bem estruturada que “os profissionais de Saúde estão disputando entre si” para trabalhar no local.

A unidade de saúde foi inaugurada na tarde desta quinta-feira (13.07) e já fica aberta para atendimento nesta sexta, com capacidade para até 10 mil atendimentos de urgência e emergência por mês.

A nova estrutura é moderna e completa, com aparelho de raio-X, box de emergência com seis leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para atendimento de casos graves, 16 leitos de observação e vai realizar exames laboratoriais.

“Teremos cerca de 200 profissionais que vão trabalhar aqui nessa unidade. E já está tendo disputa, porque todo mundo está querendo vir trabalhar aqui. Quem não quer trabalhar num local melhor, mais limpo, mais bonito? Todo mundo gosta de coisa boa”, relatou.

Mauro Mendes lembrou que a UPA teve a obra iniciada no seu último ano de gestão enquanto prefeito de Cuiabá, em 2016, e deveria ter sido entregue pela administração posterior no máximo em 2018.

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Porém, sete anos depois não houve entrega. A retomada das obras ocorreu neste ano pela equipe de intervenção do Estado.

“Vim aqui com alguns profissionais da saúde e quando cheguei a unidade estava velha, pavorosa, e a obra daquele jeito mais ou menos. Então eu falei ‘não, negativo, se for para entregar nesse padrão aqui, nós não vamos entregar’. Chamei os nossos arquitetos para remodelar e eles fizeram essa grande transformação”, pontuou.

De acordo com o governador, mais do que uma unidade bonita, o principal objetivo da entrega da UPA é melhorar o atendimento da saúde na atenção básica de Cuiabá.

“Tudo isso só é possível com trabalho, honestidade e seriedade. O que queremos não é só uma UPA que parece com uma unidade particular. O que nós queremos é melhorar a qualidade do atendimento na saúde. E para melhorar a qualidade do atendimento na saúde, a gente precisa ter um local para atender bem as pessoas. Nós precisamos de um local para os profissionais de saúde sentirem-se valorizados trabalhando naquele local”, completou.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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