AGRONEGÓCIO

Deputado Dilmar Dal’Bosco prestigia Festa do Agricultor de Carlinda

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O deputado estadual Dilmar Dal’Bosco, coordenador da Frente Parlamentar da Agropecuária de Mato Grosso (FPA de Mato Grosso) participou nesta sexta-feira (28.07) da 17º Edição da Festa do Agricultor de Carlinda (760 km de Cuiabá).

Um evento já tradicional no município, organizado pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, que contou com a presença de cerca de 4 mil pessoas, incluindo moradores locais, visitantes e autoridades de municípios vizinhos.

A festa tem como objetivo fortalecer e dar visibilidade à Agricultura Familiar, setor que representa o carro-chefe da economia do município.

Além disso, a celebração é uma oportunidade de confraternização e troca de experiências entre as famílias de Carlinda.

O deputado estadual Dilmar Dal’Bosco disse ter ficado honrado em participar da festa e ressaltou a importância de valorizar e homenagear os Agricultores e Agricultoras da Agricultura Familiar.

Para ele, a Festa do Agricultor é uma ocasião especial para estreitar laços e consolidar tradições.

“Valorização e reconhecer a importância de nossos agricultores é muito importante e isso me traz com muita satisfação aqui a Carlinda neste dia de hoje. Essa festa, além de ser uma confraternização é uma excelente oportunidade de troca de experiências, de informações, de aprofundamentos de conhecimentos e tudo enrique o Agronegócio mato-grossense”, destacou o coordenador da FPA Mato Grosso.

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O evento contou com uma atração nacional, a dupla Breno Reis e Marcos Viola, além de apresentações de artistas locais, como Polyana Marques, e artistas regionais. A 17º Edição da Festa do Agricultor em Carlinda demonstrou-se como um momento de celebração e valorização dos agricultores familiares, fortalecendo a identidade local e proporcionando momentos de alegria e confraternização para toda a comunidade.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Alta dos insumos e eventos climáticos ampliam pressão sobre o agronegócio

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O avanço dos custos de produção e a maior frequência de eventos climáticos extremos estão entre os principais desafios enfrentados pelo agronegócio mineiro em 2026. A avaliação é de que o setor convive simultaneamente com os reflexos das tensões geopolíticas internacionais, que afetam o mercado global de insumos, e com fenômenos climáticos cada vez mais imprevisíveis, capazes de comprometer a produtividade no campo.

Segundo dados apresentados durante evento realizado em Belo Horizonte, os custos dos insumos agrícolas acumularam alta de cerca de 70% desde 2019. O aumento atinge diretamente a rentabilidade dos produtores rurais e acaba repercutindo ao longo da cadeia, influenciando os preços dos alimentos que chegam ao consumidor.

A pressão sobre os custos ocorre em um contexto de forte dependência de fertilizantes e outros insumos importados. Conflitos internacionais, restrições comerciais e oscilações nos mercados globais têm provocado instabilidade nos preços e aumentado a preocupação de produtores e entidades do setor.

Diante desse cenário, uma das apostas para reduzir a vulnerabilidade das propriedades rurais tem sido a ampliação do uso de bioinsumos e o desenvolvimento de tecnologias adaptadas às condições brasileiras. A estratégia busca diminuir a dependência de produtos importados e aumentar a eficiência produtiva das lavouras.

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O incentivo ao uso de variedades mais resistentes também integra esse movimento. A expectativa é que cultivares com maior tolerância a estresses climáticos e menor exigência de determinados insumos possam contribuir para reduzir custos e ampliar a resiliência das atividades agrícolas.

Minas Gerais ocupa posição de destaque na agropecuária nacional, com forte participação em cadeias como café, leite, batata, citros e diversas outras culturas. Essa diversidade produtiva ajuda a distribuir riscos e fortalece a participação do agronegócio na economia estadual.

Nos últimos anos, o setor registrou crescimento das exportações e ampliou sua contribuição para a geração de renda e empregos. Ainda assim, produtores continuam enfrentando desafios relacionados ao acesso ao crédito, à incorporação de novas tecnologias e à gestão das propriedades diante de um ambiente de negócios cada vez mais complexo.

Entre as preocupações mais imediatas está a influência do clima sobre as lavouras. Em regiões produtoras de café, episódios recentes de chuva de granizo têm gerado apreensão entre agricultores devido ao potencial de danos às plantações. Além das perdas diretas, eventos desse tipo aumentam a incerteza sobre a produção e podem afetar a qualidade dos grãos.

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A combinação entre custos elevados e instabilidade climática reforça a necessidade de investimentos em inovação, pesquisa e gestão de risco. Para especialistas do setor, a capacidade de adaptação será cada vez mais determinante para manter a competitividade da agropecuária brasileira nos próximos anos.

Mesmo diante das dificuldades, o agronegócio segue como um dos principais motores da economia mineira. A expectativa é que o avanço de tecnologias, a adoção de práticas sustentáveis e a busca por maior eficiência produtiva permitam ao setor enfrentar um cenário marcado por desafios globais e mudanças cada vez mais rápidas no ambiente de produção.

Fonte: Pensar Agro

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