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Corpo de Bombeiros Militar combate incêndio em carreta que transportava colheitadeira

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O Corpo de Bombeiros Militar extinguiu incêndio, na manhã desta terça-feira (01º.08), em uma carreta do tipo “pranchão”, na BR-070, que liga Primavera do Leste a Barra do Garças. Ninguém ficou ferido.

A 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar foi acionada por volta das 6h40 para atender uma ocorrência de incêndio em uma carreta na rodovia.

Duas viaturas foram deslocadas para atender a ocorrência, incluindo uma viatura tipo auto-tanque, que possui um reservatório de 15 mil litros d’água para auxiliar no combate. Chegando ao local, as equipes se depararam com uma carreta que transportava uma colheitadeira que já estava em chamas.

No primeiro momento, foi utilizado o canhão d’água da viatura auto bomba-tanque para conter as chamas mais altas. Em seguida foram utilizadas linhas de mangueiras para finalizar o combate. Após conter as chamas, foi realizado o rescaldo do maquinário atingido, para evitar qualquer chance de reignição.

Ao total foram utilizados 15 mil litros de água no combate. Não se sabe como iniciou o incêndio. O condutor do veículo relatou que só se deu conta das chamas quando a fumaça já estava na cabine do caminhão.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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