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Limpurb repõe cabeamento furtado e iluminação da ponte Sérgio Motta é restabelecida

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A Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) realizou a recomposição de aproximadamente 200 metros cabeamento elétrico furtados na ponte Sérgio Motta. Por meio da iniciativa, o funcionamento do sistema de iluminação pública da estrutura, que estava comprometido por conta da ação criminosa, foi restabelecido.

A manutenção emergencial foi executada na noite de terça-feira (1), logo após a empresa pública receber a informação de que as luminárias do local estavam todas apagadas. Na estrutura, a equipe constatou a ausência da fiação e efetuou, de forma imediata, a instalação dos novos materiais nos dois sentidos da pista.

“A rápida resposta foi fundamental, pois a ponte é uma das mais movimentadas da cidade. A Sérgio Motta é um dos principais pontos de ligação entre Cuiabá e Várzea Grande e essa ação criminosa, além de prejuízos financeiros, também gera riscos à segurança dos condutores e pedestres que passam pelo local”, comenta o diretor-geral da Limpurb, Júnior Leite.

Ainda de acordo com o diretor-geral, furtos de cabos, luminárias e transformadores do sistema de iluminação têm sido uma triste rotina em Cuiabá. Além da ponte Sérgio Motta, outros pontos da cidade foram alvo da prática ilegal nas últimas semanas, como o viaduto na entrada do bairro Parque Cuiabá, a Rodovia Palmiro Paes de Barros e a Avenida Rio Branco.

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Diante desse cenário, Júnior explica que a Limpurb tem se empenhado para fazer as recomposições dos equipamentos o mais rápido possível, buscando minimizar os impactos à população. No entanto, ele avalia que é essencial contar com a colaboração da comunidade para enfrentar o problema.

“A população deve acionar as autoridades competentes, todas as vezes que observar alguma movimentação suspeita de pessoas ou veículos sem a identificação da Limpurb ou da concessionária de energia. É importante ainda que não se compre equipamentos de origem duvidosa, pois isso também é crime e contribui para que novos furtos ocorram”, pontua Júnior.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

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Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

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No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

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A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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