AGRONEGÓCIO

Pensar Agro, na Band e no SBT, entrevista o presidente da Acrimat

Publicado em

Pensar Agro desta semana, na Band e no SBT, apresentado pelo presidente do Instituto do Agronegócio, Isan Rezende, entrevista o médico e pecuarista Oswaldo Pereira Ribeiro Junior, presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat).

O presidente destaca que a Acrimat tem a missão de unir a cadeia produtiva da carne bovina para enfrentar os novos desafios do setor. Ele ressalta a importância dos trabalhos da entidade e a necessidade de fortalecer ainda mais o setor, considerando as transformações em curso no Brasil.

Além disso, lembra que é fundamental que a sociedade compreenda tanto o papel da Acrimat quanto dos produtores rurais para manter a força do país como potência agroambiental.

Em Mato Grosso, são aproximadamente 32 milhões de cabeças de gado, o que faz do segmento referência em produção e comercialização de carne bovina no Brasil e no mundo.

A Acrimat é uma entidade representativa, sem fins lucrativos, que atua em todo Mato Grosso há 52 anos em defesa da atividade da pecuária de corte.

Leia Também:  Arroba do boi gordo se estabiliza e a previsão para o fim de ano é de alta no consumo de carne

Veja a entrevista:

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Senado aprova uso do Fundo Social do Pré-Sal para renegociar dívidas do agro

Published

on

O Senado aprovou na quarta-feira (11.06) o projeto de lei que autoriza o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para financiar a renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos. A proposta, que também prevê a utilização de recursos dos fundos constitucionais do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), segue para sanção presidencial.

O texto aprovado estabelece condições especiais para produtores que registraram perdas em pelo menos duas safras e prevê taxas de juros entre 3,5% e 7,5% ao ano. Diferentemente da versão aprovada pela Câmara dos Deputados, que previa a destinação de R$ 30 bilhões a R$ 100 bilhões para a operação, o parecer do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), transferiu ao Poder Executivo a definição do volume de recursos que poderá ser utilizado.

A proposta foi defendida por parlamentares ligados ao agronegócio como uma alternativa para enfrentar o aumento do endividamento no campo, agravado pelas perdas provocadas por secas e enchentes em diferentes regiões do País. O projeto beneficia produtores atingidos por eventos climáticos reconhecidos oficialmente.

Leia Também:  Maior vaquejada do Brasil vai ate domingo em Gurinhém, na Paraíba

O governo federal, no entanto, manteve restrições ao texto durante a tramitação. O Ministério da Fazenda defendia mudanças nos critérios de enquadramento dos produtores e propôs juros mais elevados para a renegociação. Parte das sugestões foi rejeitada pelo relator.

Criado em 2010, o Fundo Social do Pré-Sal tem como objetivo financiar políticas públicas permanentes com recursos da exploração de petróleo. Atualmente, metade das receitas é destinada à educação e a parcela restante atende áreas como saúde, habitação, ciência e tecnologia, cultura e meio ambiente.

Críticos da proposta argumentam que a medida pode reduzir recursos disponíveis para outros programas financiados pelo fundo. Estimativas indicam que o Fundo Social do Pré-Sal destinou cerca de R$ 35 bilhões ao programa Minha Casa, Minha Vida entre 2025 e 2026, contribuindo para a ampliação da meta de contratação de moradias.

A aprovação ocorre em meio à pressão do setor agropecuário por medidas de socorro financeiro. O aumento do endividamento dos produtores levou entidades do setor e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) a defenderem a criação de mecanismos permanentes para enfrentar os impactos das mudanças climáticas sobre a produção.

Leia Também:  Feito histórico: agronegócio de Minas Gerais supera a mineração

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA