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Em Cuiabá, Prefeito e comitiva buscam estradas e escolas para Boa Esperança

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Acompanhado pelo subprefeito, Calebe Francio, vereador Celso Kosak, o líder do Governo na Câmara Municipal, Diogo kriguer, o agricultor Joelson Zanatta e demais produtores rurais, Ari Lafin busca soluções para o distrito

Abrindo os trabalhos na capital do Estado, na manhã desta terça-feira (29), os sorrisenses foram recebidos pelo deputado Beto dois a um, na Assembleia Legislativa e o assunto foi o asfaltamento da MT 493 que liga Boa Esperança a 242, ou seja ligar a 140 a 242.

Conforme o subprefeito de Boa Esperança, Calebe Francio, “ligar a 242 com a MT 140 é um importante ramal que vai encurtar o caminho, atendendo vários produtores, em cerca de 45 mil hectares de agricultura”.

Na sequência Calebe, produtores e vereadores foram ouvidos pelo vice-governador, Otaviano Pivetta, no Palácio Paiaguás e o vereador Diogo Kriguer, agradece ao Governador, juntamente com o deputado Beto dois a um, que atendeu a comitiva dos agricultores. “Ouvimos a determinação do Governo do Estado que prioriza tanto a municipalização da estrada, quanto o convênio com o Município para execução da obra”.

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“Dessa maneira, o Governo do Estado confirma a devida atenção com a logística para a agricultura e com o distrito de Boa Esperança” reitera o Prefeito.

Celso Kosak reforça o apoio da Câmara Municipal, ressaltando a importância de investimentos em infraestrutura para melhorar o escoamento da produção de toda região. “Juntamente com a Câmara e Prefeitura apoiamos os investimentos em logística de Boa Esperança, ligando as MTs 140 e 242 sentido Ubiratã e Ubiratã a 140.

Mais escolas para Boa esperança

Na Secretaria de Estado de Educação, o assunto tratado com secretário da pasta Alan Porto, com a participação do deputado Beto dois a um foi a reforma e ampliação da Escola Estadual Cristiano Araújo Pires, do distrito de Boa Esperança que segundo o subprefeito ‘a intenção foi também pleitear o colégio agrícola para o distrito. A semente foi plantada’.

Celso Kosak, observa que o colégio agrícola para o distrito de Boa Esperança é um pleito do Poder Legislativo. “Essa demanda é reforçada pela subprefeitura, o vereador Diogo e pelo Prefeito. Creio que esse é o caminho da educação. O subprefeito Calebe nos procurou, trazendo essa solicitação. Por ser de competência do Estado construir essas escolas, apresentamos hoje a demanda ao secretário de Estado, para o quanto antes seja entregue para a população do distrito de Boa Esperança”.

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Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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