MATO GROSSO

Governo de MT já interligou 47% dos municípios que não tinham rodovias asfaltadas

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Dos 38 municípios mato-grossenses que não possuíam acesso por via asfaltada, 18 deles, ou seja, 47%, já receberam asfaltamento do Governo do Estado. A Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra) ainda executa obras em outros oito municípios, o que vai garantir um total de 129 cidades com ligações asfaltadas.

Outros 12 municípios, localizados na região do Norte Araguaia, dependem de obras na BR-158, de responsabilidade do Governo Federal. A licença ambiental para a implantação do asfalto no local foi emitida nesta semana.

“Mato Grosso tem a maior malha rodoviária estadual do país e precisa investir em infraestrutura. Levar asfalto para os municípios é garantir dignidade para todos os cidadãos que precisam utilizar as estradas”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

Com as obras da Sinfra, os municípios de Araguainha, Ponte Branca, Ribeirãozinho e Torixoréu agora tem estradas asfaltadas, tanto em direção a Barra do Garças quanto no sentido de Alto Araguaia. Isso foi possível com a entrega da MT-100 em 2022, quase 30 anos após a obra ser anunciada na região.

Outra obra esperada há muitos anos, que foi finalizada pela atual gestão do Governo do Estado, foi a da MT-326, que garantiu uma via asfaltada para Cocalinho. Além dos 112 quilômetros de asfalto novo, foi construída uma ponte sobre o Rio das Mortes, eliminando uma balsa no caminho.

O asfalto também chegou ao município de Tesouro, que foi emancipado em 1953. Com o asfaltamento da MT-100, a cidade agora é ligada até Guiratinga. Outro trecho de 51 km da MT-110, entregue em 2021, permitiu que Novo São Joaquim e Campinápolis tivessem uma ligação com Nova Xavantina.

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Os outros municípios que passaram a ter rodovias asfaltadas são:

  • Planalto da Serra e Nova Brasilândia, da MT-140
  • Porto Estrela, com MT-343
  • Reserva do Cabaçal, com a MT-175
  • União do Sul com a MT-423
  • Marcelândia com a MT-320
  • Tabaporã com a MT-410
  • Nova Bandeirantes e Nova Monte Verde com a MT-208
  • Nova Maringá com as MTs-249/492

Ponte sobre o Rio das Mortes eliminou travessia de balsa | Foto: Willian Kanashiro/Secom-MT

Obras em andamento

A Sinfra ainda realiza obras para garantir que mais oito municípios tenham estradas asfaltadas.

Aripuanã, Colniza, Cotriguaçu e Juruena vão ter um rodovia pavimentada com as obras na MT-170, antiga BR-174. O Governo pediu a estadualização do trecho rodoviário para garantir a chegada do asfalto. Quatro lotes estão com trabalhos sendo executados, com a previsão de terminar em 2024. Outros dois serão licitados ainda neste ano.

Em Aripuanã, o Estado também asfaltou a MT-208 até a Passagem do Loreto, que fica no entroncamento com a antiga rodovia federal.

Em Apiacás, a Sinfra está asfaltando a MT-206 em direção a Paranaíta. O primeiro lote já está pronto e o segundo está com obras em andamento para serem entregues no ano que vem. São 124 km sendo asfaltados.

A viagem entre Gaúcha do Norte e Paranatinga já está mais rápida com a entrega do primeiro lote de 39 km da rodovia, realizado em parceria com a Associação dos Usuários da MT-129 (Amex). Outros dois lotes estão em obras, sendo um deles também em parceria com a Amex.

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As outras obras em andamento estão na MT-313, que vai ligar Rondolândia até a divisa com Rondônia, e na MT-322, que vai ligar Bom Jesus do Araguaia até um trecho asfaltado da BR-158.
Primeiro lote da MT-129, entre Paranatinga e Gaúcha do Norte, já foi concluído | Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

Os municípios que faltam

No total, 12 municípios dependem de obras do Governo Federal para estarem completamente integrados por uma via asfaltada ao restante da malha estadual.

O asfalto na BR-158, no contorno da reserva indígena Marãiwatsédé, garantirá uma ligação direta para Alto Boa Vista e Serra Nova Dourada.

Além desses, dependem do asfalto os municípios que estão acima do trecho sem asfalto: Canabrava do Norte, Confresa, Luciara, Novo Santo Antônio, Porto Alegre do Norte, Santa Cruz do Xingu, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, São José do Xingu e Vila Rica.

São Félix do Araguaia depende também do asfalto na BR-242, mas o governo está elaborando projetos para asfaltar a MT-100 até Novo Santo Antônio. Da mesma forma, Luciara depende dessas duas obras.

A atual gestão asfaltou 50 km da MT-322 para garantir um acesso entre este município e Serra Nova Dourada.

Já São José do Xingu tem obras em, aproximadamente, 65 km das MTs 322 e 430 para garantir a chegada até a BR-158.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Lacen de Mato Grosso é referência em análise laboratorial de meningites

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O Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen-MT), gerido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), atua como referência em análise laboratorial dos vários tipos de meningites, realizando exames essenciais para a confirmação rápida e precisa da doença.

A partir de 2024, com a implementação da técnica de Reação em Cadeia da Polimerase (RT-PCR), o laboratório passou a identificar simultaneamente os principais agentes causadores da meningite, como vírus, bactérias e fungos, além de permitir a identificação da bactéria (sorogrupagem) que causa a doença meningocócica (uma das formas mais graves de meningite), com resultados liberados em até 24 horas.

Entre janeiro de 2023 e abril de 2026, foram liberados 1.174 exames para investigação de meningite bacteriana.

“O Lacen recebeu muitos investimentos nos últimos anos e, hoje, desempenha um papel fundamental na rede pública de saúde, ao garantir diagnósticos rápidos e precisos para casos suspeitos de meningite. É fundamental que os pais mantenham a vacinação das crianças e adolescentes em dia, garantindo que elas estejam protegidas contra as principais doenças”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

Com o uso da técnica RT-PCR, as amostras, que precisariam ser enviadas para outros laboratórios do país, podem ser analisadas pelo Lacen, um laboratório público de referência nacional, com estrutura e tecnologia de ponta que promove mais celeridade na liberação dos resultados.

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“A meningite é de notificação compulsória e deve ser comunicada às autoridades de saúde em até 24 horas após a identificação do caso suspeito. Dessa forma, a área responsável pode adotar medidas rápidas e estratégicas de investigação e, se necessário, gerar a interrupção da cadeia de transmissão”, afirmou a diretora do Lacen, Elaine Cristina de Oliveira.

Saiba mais sobre a meningite

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, geralmente causada por infecções. Pode ser provocada por vírus, bactérias ou, mais raramente, fungos, sendo as formas bacterianas as mais graves. Os principais sintomas incluem febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, náuseas, vômitos e, em casos mais severos, confusão mental.

Uma das principais causadoras da meningite é a bactéria Neisseria meningitidis (meningococo), que é considerada grave e pode acometer pessoas de todas as idades. É essa bactéria que causa a doença meningocócica.

A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, por meio de secreções respiratórias de indivíduos infectados ou doentes. O período de incubação varia de dois a dez dias, sendo, em média, de três a quatro dias.

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Entre os tipos de meningite, destacam-se: a doença meningocócica (que apresenta diferentes sorogrupos, como A, B, C, Y, W e X), meningite tuberculosa, meningites por outras bactérias, meningite por hemófilos, meningite por pneumococos e meningites fúngicas.

Além disso, a meningite também pode ser contraída por fatores não infecciosos, como traumas, doenças inflamatórias, uso de medicamentos e neoplasias (crescimentos anormais de células que se multiplicam de forma descontrolada, sendo benignos ou malignos).

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza a vacina meningocócica do tipo C, aplicada em bebês dos três aos cinco meses, e a vacina meningocócica conjugada, que protege contra os tipos A, C, W e Y, e é aplicada como dose de reforço em crianças de até 12 meses de idade e para adolescentes de 11 a 14 anos.

A cobertura vacinal de meningococo C em menores de 1 ano é de 98,72% em Mato Grosso.

*Sob a supervisão de Ana Lazarini

Fonte: Governo MT – MT

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