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Escola Técnica Estadual de Cuiabá oferece curso de Língua Portuguesa para estrangeiros

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Com o propósito de promover o aprendizado de um novo idioma e a integração em território mato-grossense, a Escola Técnica Estadual de Cuiabá abriu 40 vagas para o Curso de Português para Estrangeiros. As inscrições seguem até a quinta-feira (21.09), e podem ser feitas por meio do formulário on-line, clicando aqui.

Oferecido na modalidade presencial, o curso foi pensado para que migrantes e refugiados possam contar com um espaço para aprender a língua portuguesa e se aproximar da cultura local. A oportunidade de aprender uma nova língua possibilita também maior integração no mercado de trabalho.

Ao todo, o curso, ofertado por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), possui carga horária de 50 horas, com aulas duas vezes por semana, tendo duração máxima de três meses. O material didático foi constituído por meio de módulos que objetivam o desenvolvimento gradativo das capacidades comunicativas, especialmente de escrita e leitura.

Segundo o diretor da Escola Técnica Estadual de Educação Profissional e Tecnológica de Cuiabá, Mauricio Dias, a partir de uma pesquisa de campo foi identificada a existência de uma grande quantidade de migrantes em Cuiabá. A barreira da língua portuguesa também foi apontada como fator dificultador para que essas pessoas ingressassem no mercado de trabalho e/ou universidades.

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“Temos em Cuiabá uma grande quantidade de migrantes de países diversos e a Seciteci, através da Escola Técnica de Cuiabá, viu a necessidade de auxiliar essas pessoas com aquilo que lhe possibilitará uma inserção mais rápida ao mercado de trabalho, como também nos cursos de capacitação e acesso ao ensino superior, possibilitando assim melhores perspectivas na vida”, explicou Maurício.

Sendo um curso ofertado na modalidade Formação Inicial e Continuada (FIC), as aulas serão ministradas no período noturno e começa já no dia 25 de setembro.

Vale ressaltar que as matrículas estão abertas apenas até o dia 21 de setembro, mas podem ser encerradas antes, caso a turma seja preenchida. São pré-requisitos para a inscrição: ser estrangeiro, ter idade mínima de 18 anos e ter cursado ao menos cinco anos da educação fundamental.

O formulário de inscrições pode ser acessado aqui. Já o edital está disponível aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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