MATO GROSSO

Em ação conjunta, Sema-MT apreende 250 cabeças de gado, máquinas pesadas e aplica multa de R$ 20 milhões

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), em conjunto com as Polícias Militar e Civil de Mato Grosso e apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), realizou uma nova fase da Operação Amazônia que resultou na apreensão de equipamentos e outros bens e na aplicação de multa no valor total de R$ 20,7 milhões.

Foram apreendidos 250 cabeças de gado, seis tratores de esteira, cinco tratores de pneu, uma pá carregadeira, um caminhão Mercedes-Benz modelo 1114, uma caminhonete F-4000, uma motocicleta, um disco de arado, dois tanques de abastecimento com capacidade de mil litros, uma motosserra e um soprador.

A ação de combate aos crimes ambientais no Estado foi realizada nos municípios de Cláudia, Nova Maringá, Marcelândia e União do Sul, entre os dias 5 e 15 de setembro, e efetuou-se através do monitoramento de áreas embargadas e desmatamentos ilegais realizado pela Coordenadoria de Fiscalização de Flora (CFFL/Sema) e pela Gerência de Planejamento e Fiscalização de Combate ao Desmatamento (GPFCD/Sema).

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As multas aplicadas ocorreram por descumprimento de embargo de atividade em área embargada, por impedir a regeneração natural de vegetação nativa em local indicado pelo órgão ambiental (área embargada), e pelo exercício de atividade potencialmente poluidora e desmate a corte raso em área de preservação sem autorização do órgão ambiental competente.

Operação Amazônia

O Governo de Mato Grosso deflagrou em março deste ano a Operação Amazônia contra crimes ambientais, que colocou 200 servidores em campo e equipes de monitoramento remoto para promover a responsabilização de infratores.

O Estado atende denúncias enviadas pela população, que podem ser enviadas pela ouvidoria: 0800 065 3838 ou WhatsApp (65) 99321-9997.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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