MATO GROSSO

Governo finaliza 41 km de asfalto em Querência

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O Governo de Mato Grosso concluiu as obras de asfaltamento da MT-243 em Querência. O trecho asfaltado tem 41 quilômetros de extensão, ligando o perímetro urbano do município até a ponte sobre o Rio Tanguro, na divisa com Canarana.

Para realizar esta obra, o Governo do Estado está investindo R$ 35,4 milhões. Com o asfalto pronto, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) está finalizando dispositivos de drenagem, para que a obra seja completamente entregue.

Nas redes sociais, o prefeito de Querência, Fernando Gorgen, agradeceu o empenho do Governo do Estado para realizar a obra. “Pavimentação asfáltica significa mais saúde, mais segurança e mais dignidade para o povo querenciano”, afirmou.

A obra teve início em 2022. Sua conclusão significa um avanço no projeto para que os municípios vizinhos de Querência e Canarana tenham uma ligação direta por via asfaltada.

Além dessa obra, o Governo de Mato Grosso asfalta outras rodovias em Querência, em parceria com o município. Já foram entregues 10,68 km da MT-109 entre o perímetro urbano e o acesso ao assentamento Olho D’água, assim com 7,76 km entre o Rodoanel da cidade até a MT-247.

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Outros dois convênios estão em andamento para asfaltar a rodovia municipal QR-387. Neste ano, foi formalizada outra parceria com o município para a MT-109/110, entre Querência e a Fazenda Pioneira, em uma extensão de 53,6 km. A Sinfra-MT vai repassar R$ 54 milhões para a prefeitura, que é responsável por executar as obras e por uma contrapartida não financeira de R$ 50,4 milhões.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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