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Servidores podem se inscrever para nova turma do curso Oratória e Inteligência Emocional

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As inscrições para a quarta turma do curso Oratória e Inteligência Emocional, da Escola de Governo, da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), já estão abertas. As aulas ocorrem presencialmente entre os dias 06 e 10 de novembro, das 13h às 17h, no prédio da OAB, na Escola Superior de Advocacia. Serão disponibilizadas 30 vagas. Os interessados têm até 31 de outubro para realizar a inscrição.

O objetivo da formação é apresentar técnicas que auxiliem o profissional a superar o medo e timidez de falar em público, auxiliar na criação de apresentações formais e informais, destacar técnicas de criação de apresentações escritas e em projeções com uso de slides.

A comunicação fluida por parte dos servidores ajuda na promoção de um serviço público de maior qualidade e fortalece as relações interpessoais dentro do Estado. A formação conta com certificação e carga horária de 20 horas. O facilitador será o pedagogo e pós-graduado em Liderança e Coaching, Marcelo Campos.

“A comunicação é a arte de melhorar as suas relações para com o outro. Quando o servidor público tem uma comunicação assertiva, ele consegue atingir não apenas seus objetivos profissionais, mas pessoais também. Deste modo, é fundamental que o treinamento da fala, da comunicação, dentro do setor público, seja uma ótima prática”, afirmou o facilitador do curso, Marcelo Campos.

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A servidora da Secretaria de Estado de Saúde, Rita de Cassia da Silva, participou do último curso realizado e recomenda a formação aos colegas. “Para mim, foi maravilhoso. Creio que todos os servidores que lidam diretamente com o público deveriam fazer. É muito importante a gente ter essa desenvoltura na fala”, manifestou.

O conteúdo programático está dividido em cinco unidades: treinamento da voz; comunicação oral e expressão corporal; controle do medo, ansiedade e desenvolvimento da inteligência emocional para falar em público; e comunicação e as relações interpessoais.

Os interessados podem se inscrever clicando aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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