MATO GROSSO

Governo de MT lança edital e destina R$ 1,2 milhão para o bolsa técnico; confira

Publicado em

A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) lançou, nesta quinta-feira (07.12), o edital Bolsa Técnico 2023 do Programa Olimpus. A iniciativa inovadora, criada pelo Governo de Mato Grosso em 2021, beneficia treinadores de atletas, paratletas e atletas-guia praticantes do desporto de rendimento, atendendo, preferencialmente, os esportes olímpicos e paralímpicos. O investimento chega a R$ 1,2 milhão.

O secretário da Secel, Jefferson Carvalho Neves, destaca que o programa é pensado para aqueles que ajudam a desenvolver as potencialidades em Mato Grosso.

“O bolsa técnico nasceu para fazer um resgate em relação àqueles que investem anos das suas vidas para treinar os nossos atletas. O Governo do Estado acredita nos trabalhadores do esporte e em seus treinadores e, por isso, valorizamos-os financeiramente dando suporte para que tenham a melhor formação para passar”, afirma o secretário.

Serão selecionados treinadores de diferentes municípios e modalidades esportivas. Atualmente, há beneficiados que atuam com atletismo, futsal, handebol, karatê, wrestiling, tênis de mesa, judô, vôlei, taekwondo e kung fu, incluindo treinadores de atletas com deficiência.

Leia Também:  Polícia Militar resgata família mantida refém e recupera veículo roubado

O edital pode ser acessado no site da Secel e as inscrições deverão ser realizadas a partir da 0h desta sexta-feira (08) até às 18h do dia 22 de dezembro, com preenchimento de formulário eletrônico e envio de anexos.

O auxílio mensal varia de R$ 1 mil a R$ 2 mil, concedido em doze parcelas iguais, de acordo com a categoria. Os benefícios estão divididos em três esferas, sendo 31 vagas para Bolsa Técnico Base (R$ 1 mil), 30 para Técnico Nacional (R$ 1,5 mil) e 12 vagas para Técnico Internacional (R$ 2 mil). Em cada categoria, 20% das bolsas serão reservadas aos treinadores de atletas paralímpicos e quando não preenchidas, revertidas para os técnicos classificados na ampla concorrência.

Conforme o edital, poderá ser feito remanejamento de vagas não preenchidas dentro das limitações orçamentárias, criando vagas remanescentes, desde que obedeça a ordem de classificação e comprove o interesse público.

Vale destacar que técnicos que tenham atletas contemplados na edição 2023 do Bolsa Atleta serão priorizados. Contudo, aqueles que não possuem esportistas contemplados no edital também poderão concorrer apresentando títulos dentro dos critérios estabelecidos. Serão observados, ainda, procedimentos como análise de documentos e enquadramento do técnico apto no rol de eventos, referentes aos eventos ocorridos no ano de 2022.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros combate incêndio em carga de soja transportada por carreta

Incentivo do Estado

O Governo de Mato Grosso investiu mais de R$ 13 milhões na concessão de bolsas a atletas e técnicos, desde a reformulação e ampliação do programa Olimpus, desde 2020. Nesses últimos anos, os valores dos editais do Bolsa Atleta quadruplicaram e os do Bolsa Técnico, triplicaram. Ambas as seleções públicas são realizadas pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer.

No Bolsa Atleta, foram efetivados três editais desde 2020 e os investimentos saltaram de R$ 1,43 milhão para mais de R$ 5 milhões no último edital. O número de contemplados também aumentou de 151 para 409 atletas, atendendo praticantes de variadas modalidades esportivas em todo o Estado.

Para conferir o edital Bolsa Técnico 2023, clique aqui.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Sema monitora mais de 400 planos de manejo em execução no estado de Mato Grosso

Published

on

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) monitora, atualmente, 402 planos de manejos autorizados e em execução. O Estado possui 5,2 milhões de hectares em áreas de manejo e a meta é chegar até 6,5 milhões até 2040.

Nesta quinta-feira (25.6), equipes do órgão ambiental participaram de uma imersão prática na Fazenda Leonel Bedin, em Ipiranga do Norte, onde cerca de 150 pessoas acompanharam em campo as etapas do manejo em uma área de 300 hectares.

A atividade integrou a programação da 6ª edição do Dia na Floresta, promovida pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem).


“Quando nós olhamos para as áreas de manejo, a incidência é de menos de 10% de desmatamentos posteriores e também não há incidência de incêndios florestais porque essas áreas possuem acessos e mantém toda uma estrutura”, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

Ela explicou que o manejo florestal não se confunde com a supressão de vegetação. “A incidência de ilegalidade nos desmatamentos é superior do que em manejo florestais sustentáveis”, assegurou.

No manejo florestal, conforme a secretária, existem critérios a serem seguidos para o levantamento florestal e realização do inventário dos indivíduos existentes na área contemplada no projeto de manejo. A partir desses dados e levando em consideração a renovação da floresta, é estabelecida uma matriz com a indicação do quanto é possível ser extraído do manejo.


“O Brasil tem critérios técnicos muito mais especializados do que em os outros países, que não possuem um regramento que faça uma composição que considera a especificidade de cada área. Em Mato Grosso nós possuímos várias matrizes, pois as regiões são diferentes. Mas ao final, todos esses critérios levam para o objetivo principal que é manter a floresta para o novo ciclo”, ressaltou Lazzaretti.

Leia Também:  Governador de MT vai aos EUA para atrair investimentos e parcerias sustentáveis

O processo para autorização do manejo florestal, segundo a secretária, começa com a elaboração do projeto pelo empreendedor. O órgão ambiental recebe todos os dados de forma digital, com 100% do inventariado e georreferenciado.

Na sequência, os dados são analisados pelos técnicos que atuam no licenciamento e se tudo estiver de acordo com a legislação, inclusive o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado, a Sema emite a autorização de exploração florestal.

“Com a emissão da autorização, nós temos uma estrutura de monitoramento e passamos a confrontar as imagens de área que nós temos com a exploração que acontece em campo e com a comercialização desses produtos no nosso sistema Sisflora 2.0, que acompanha o corte, a secção, o transporte e o comércio de todo o produto florestal deste manejo”, explicou.

Segundo a secretária, o monitoramento contínuo permite ao órgão ambiental acompanhar se a exploração está ocorrendo exatamente onde foi autorizada e se a árvore que foi cortada e informada no sistema é compatível com a que foi apresentada no projeto.

Para o presidente do Cipem, Gleisson Tagliari, o manejo representa um compromisso de longo prazo com a manutenção da floresta em pé, capaz de manter a área produtiva e preservada nas décadas seguintes.

“Quando você faz manejo florestal, assume um compromisso de garantir que aquela propriedade permaneça com floresta e que, daqui a 25 ou 30 anos, exista um novo ciclo de madeira. Ou seja, você promove também a conservação das nossas florestas. Levar esse conhecimento adiante traz mais credibilidade, mais visibilidade e gera mais confiança sobre o trabalho desenvolvido pelo setor”.

Leia Também:  Cartório Eleitoral de Juína terá novo endereço a partir de 1º/09

Nas áreas de manejo, o corte das árvores é feito de maneira seletiva, respeitando o ciclo de vida dos indivíduos. Árvores que já cumpriram o seu papel na natureza são colhidas de forma estratégica, minimizando o impacto ambiental e dando espaço para que suas filhas possam crescer para proliferação da espécie.


Imersão na floresta

Durante a trilha técnica, os participantes percorreram trechos da floresta acompanhados por especialistas. A atividade contou com apoio tecnológico do aplicativo Madereiro, G2R Soluções tecnológicas, que fornece em tempo real o mapa da área, árvores catalogadas e a classificação das espécies por um sistema de cores.

Fechando o ciclo, os participantes visitaram a Madeireira São Miguel, em Sinop, para conhecer de perto as etapas da indústria, acompanhando a transformação de toras brutas em matéria-prima pronta para uso na construção civil, fabricação de móveis ou outros setores.

O Dia na Floresta 2026 contou com o apoio de diversas entidades, entre elas, a Sema, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec), Universidade Federal de Mato Grosso, Corpo de Bombeiros Militar, Associação Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF) e vários sindicatos.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA