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Sinfra atualiza portaria e flexibiliza circulação de veículos pesados até o Complexo da Salgadeira; entenda

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) alterou a portaria que determinou a suspensão do tráfego de veículos pesados pela MT-251, a Estrada de Chapada.

Para não prejudicar o comércio existente nos balneários localizados à beira da rodovia, será permitido que veículos com até 29 toneladas Peso Bruto Total, 14 metros de extensão e 4 eixos trafeguem entre a Rotatória de Manso e o Terminal Turístico da Salgadeira.

Da mesma forma, esses veículos poderão se locomover entre o Perímetro Urbano de Chapada e a rotatória com a MT-020, que dá acesso ao Distrito de Água Fria.

Para isso, os condutores desses veículos deverão emitir a Autorização Especial de Tráfego (AET), no site da Sinfra-MT. O trânsito será permitido do amanhecer ao pôr do sol em dias úteis, não sendo permitido o tráfego de noite nos fins de semana e feriados.

A medida visa minimizar os impactos do trânsito pesado na região do Portão do Inferno e, assim, evitar novos deslizamentos de terras.

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A nova portaria foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (13.12). Veículos com mais de 3,5 toneladas de Peso Bruto Total seguem proibidos de ir além do Terminal Turístico da Salgadeira, ou da rotatória para Água Fria.

Os veículos pesados deverão utilizar a MT-140 para acessar o município de Chapada dos Guimarães, e o não cumprimento da portaria acarretará nas sanções previstas no Código de Trânsito, com aplicação de multa.

A exceção fica com os ônibus que realizam transporte intermunicipal de passageiros pela MT-251. No total, quatro linhas fazem o trajeto e estão autorizadas a circular pela rodovia.

A fiscalização será realizada em parceria com a Polícia Militar de Mato Grosso e postos de fiscalização serão montados na Salgadeira e na Rotatória. Da mesma forma, veículos sem a AET não poderão avançar além do posto de fiscalização antes do trevo para Manso.

Com a portaria, todas as Autorizações Especiais de Trânsito (AET) para a MT-251 ficam revogadas.

Veja no mapa abaixo as áreas em que é permitido circular com a AET e onde é proibida a circulação dos veículos com mais de 3,5 toneladas.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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