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Detran aponta redução de 18% no número de acidentes de trânsito em Mato Grosso

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O Anuário Estatístico de Trânsito de Mato Grosso 2023, disponibilizado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) nesta semana, aponta redução de 18% nos acidentes de trânsito em 2022, em comparação com o ano de 2021. Enquanto no ano passado foram registrados 7.926 sinistros, em 2021 foram 9.689.

Conforme o balanço (disponível aqui), do total de sinistros em 2022, 7.268 não resultaram em óbito, enquanto 658 tiveram registro de mortes. Os dados ainda apontam que 67% das vítimas em Mato Grosso foram homens e 33%, mulheres.

O documento também aponta que domingo foi o dia da semana em que mais ocorreu os acidentes de trânsito em 2022, sendo 8,3% dos registros. O período noturno e a madrugada apresentaram maior índice, sendo 40% dos casos.

Quanto às autuações de infrações de trânsito, em 2022 foram 952.626 registros, o que representa um aumento de 32% em relação ao ano de 2021, em que se totalizou 718.212 autuações.

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“Importante pontuar que o Detran investiu e reforçou a atividade de fiscalização de trânsito, especialmente em Cuiabá e Várzea Grande, com flagrantes de muitas infrações envolvendo motoristas e veículos, fator que contribuiu para o aumento desses registros de autuações”, observou o gerente do Registro Nacional de Acidentes e Estatísticas de Trânsito (Renaest) do Detran-MT, Walber Desto.

A infração que continua se destacando como a mais cometida pelos condutores é a de transitar em velocidade superior a máxima permitida em até 20%, totalizando 398.389 autuações somente em 2022.

Conforme Walber, os dados disponibilizados no Anuário Estatístico, que tem 2022 como ano-base, permitem identificar padrões de comportamento, como tendência e sazonalidade, pontos críticos e os fatores de risco presentes no trânsito em Mato Grosso, contribuindo para melhoria da política pública de segurança viária no Estado.

O Anuário contém, ainda, informações sobre habilitação, veículos, fiscalização e educação para o trânsito.

“É um documento produzido anualmente pelo Detran-MT que serve como base para as ações dos órgãos e entidades que atuam na área da Segurança Pública no auxílio a redução de acidentes e no combate à violência no trânsito”, destacou o presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos.

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O documento é desenvolvido pelo Detran-MT, por meio da equipe Renaest, com colaboração da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT).

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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