A Polícia Civil, por meio da Divisão de Homicídios da Delegacia de Sorriso (442 km ao norte de Cuiabá), cumpriu na tarde de sexta-feira (19.01), o mandado de prisão contra o sétimo envolvido nos crimes de homicídio e ocultação de cadáver do adolescente Paulo Henrique de Oliveira Alves, de 15 anos.
A vítima estava desaparecida desde 16 de dezembro e teve o corpo localizado pelos policiais da Divisão de Homicídios, no dia 16 de janeiro em uma mata na rodovia entre as cidades de Sorriso e Nova Ubiratã, alvejado por disparos de arma de fogo.
Em continuidade ao trabalho investigativo, os policiais identificaram o suspeito, apontado um dos mandantes do crime. Segundo as informações levantadas, o suspeito participou do julgamento que determinou a morte da vítima.
Diante das informações coletadas, o delegado Paulo Brambila representou pela prisão preventiva do suspeito pelos crimes de homicídio e organização criminosa, sendo a ordem judicial expedida pelo Poder Judiciário e cumprida pelos policiais da Delegacia de Sorriso.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação “Locus Defecit”, para cumprir quatro ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos em diversas ações criminosas na região de Cáceres e de exaltar grupo criminoso nas redes sociais.
Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado do município (Draco/Cáceres).
As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE), já que um dos investigados se encontrava preso por tráfico de drogas.
O cumprimento dos mandados contou com o apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e da Equipe Alfa da Penitenciária Central do Estado.
As investigações apontaram que os faccionados estão envolvidos com o tráfico de drogas em Cáceres e também atuavam como “missionários”, ostentando armas de fogo, drogas e valores em espécie por meio de redes sociais, com mensagens de exaltação ao grupo criminoso, inseridas em um contexto de confronto com uma facção criminosa rival.
Um dos alvos foi localizado e preso em um bar onde residia, na cidade de Cuiabá, enquanto o outro teve o mandado cumprido na PCE, onde já se encontrava recolhido.
Conforme o delegado Fabrício Alencar, responsável pela operação, o trabalho operacional teve como objetivo apreender materiais que possam reunir provas e evidências que contribuam para o avanço da investigação.
Nome da operação
O nome da operação, que significa “localização falhou”, faz referência a algumas publicações que os investigados faziam para demonstrar que não seriam localizados em investigações.
Operação Pharus
A Operação “Locus Defecit” integra a Operação Pharus. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.
O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para “farol”, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
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