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Ministério oferece cursos para inovação e desenvolvimento agropecuários

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está com inscrições abertas para cursos que visam impulsionar a inovação e desenvolver os conhecimentos agropecuários. Os cursos têm certificação e estão abertos tanto para servidores do Ministério, quanto para a população.

Entre as oportunidades disponibilizadas, estão os cursos da Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro), que desempenha papel importante no incentivo de políticas educacionais voltadas para o setor agrícola e é responsável por capacitar, desenvolver e proporcionar aprendizado no setor com competência e ética.

Os interessados podem se capacitar em áreas como defesa agropecuária, ferramentas de gestão e competências emocionais. Os cursos estão disponíveis de forma gratuita, para o público interno e externo, com capacitações na modalidade de ensino à distância e presencial.

Para conhecer mais sobre a Enagro acesse aqui.

Outra oportunidade são os cursos da e-Campo, uma plataforma, desenvolvida pela Embrapa, que oferece diversas capacitações de forma EAD e com certificado. O principal objetivo é contribuir com o compartilhamento de conhecimento e tecnologias gerados pelas pesquisas realizadas dentro do órgão. As capacitações são desenvolvidas por equipes multidisciplinares e pretende ser um poderoso meio para inclusão tecnológica dos diversos segmentos da agricultura brasileira.

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Cursos sobre compostagem, aquaponia residencial, hortas em pequenos espaços e apicultura para iniciantes são algumas das oportunidades oferecidas pela e-Campo. Atualmente, a plataforma tem 130 capacitações ativas, dentre elas, 103 são gratuitas. Mais de 1 milhões de pessoas já se inscreveram na plataforma e 284 mil certificados foram emitidos.

Saiba mais sobre a e-Campo aqui.

Fonte: Pensar Agro

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Setor produtivo e bancos vão travar batalha de R$ 130 bilhões semana que vem no Senado

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A votação do projeto de lei que autoriza a renegociação de dívidas rurais, prevista para a próxima quarta-feira (10.06), tornou-se o ponto central das articulações do setor produtivo em Brasília. Enquanto entidades que representam o campo — como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e associações de produtores como a Aprosoja — intensificam o trabalho junto ao parlamento para assegurar a aprovação do texto com condições viáveis de pagamento, o sistema bancário iniciou uma ofensiva para limitar o alcance da medida.

O setor produtivo argumenta que a renegociação é uma necessidade estratégica para a manutenção da atividade agropecuária no País, diante de um cenário de custos elevados e margens apertadas. A proposta defendida pelos produtores busca um fôlego financeiro essencial para o setor, com prazos de pagamento mais longos e taxas de juros controladas, garantindo que o ciclo produtivo não seja interrompido por desequilíbrios financeiros conjunturais. A mobilização, organizada pelas redes sociais, reflete o peso do setor na economia nacional e o temor de que o crédito rural sofra uma contração ainda maior sem a reestruturação dos passivos.

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Do outro lado, as instituições financeiras, representadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e pela Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Fin), buscam apresentar um substitutivo. O sistema bancário argumenta que a amplitude do projeto original, aprovado em comissão na semana passada, poderia gerar riscos à segurança jurídica e à previsibilidade do crédito. A proposta dos bancos para “calibrar” o projeto inclui travar o benefício a um teto de R$ 10 milhões por CPF, restringir o escopo a dívidas de 2024 em diante e reduzir drasticamente o período de suspensão de vencimentos.

A disputa técnica centra-se no impacto financeiro e na governança dos contratos. Enquanto os bancos alegam complexidade operacional e riscos de “estímulos indevidos à inadimplência” com os prazos de até 13 anos e juros de 7,5%, os representantes do campo defendem que as regras de enquadramento devem ser amplas o suficiente para atender quem realmente precisa, excluindo apenas situações sem relação direta com a atividade econômica financiada.

A articulação política no Senado segue intensa. O setor produtivo aguarda a definição da pauta para esta semana, ciente de que o texto final poderá sofrer ajustes para acomodar as pressões do sistema bancário, mas mantendo a defesa de que a funcionalidade do sistema de crédito rural não deve ser usada como pretexto para impedir o socorro necessário ao produtor que movimenta a economia brasileira.

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Fonte: Pensar Agro

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