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SES tem nove credenciamentos abertos para contratação de empresas prestadoras de serviços médicos

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) mantém nove credenciamentos abertos para a contratação de empresas que prestam serviços médicos. Os chamamentos públicos têm o objetivo de suprir as necessidades dos hospitais administrados pelo Estado. 

De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, a adesão aos credenciamentos é importante para que o Estado consiga desenvolver todas as atividades que lhe competem no âmbito da Saúde Pública. 

“Para a gestão e saúde pública, é importante que as empresas que prestam serviços na área médica tenham conhecimento sobre os credenciamentos e fomentem a disputa e ampla concorrência destas contratações”, avaliou. 

Em 2022 foram abertos o chamamento público nº 001, que visa a contratação de serviço especializado em retirada e transplante renal de doadores e falecidos, e o chamamento público nº 002, que é destinado à contratação de empresas para o fornecimento de órteses, próteses e materiais especiais, mediante consignação.

Já em 2023 foram publicados outros seis credenciamentos de serviços médicos. São eles: chamamento público nº 001, voltado para a prestação de serviços de radioterapia e braquiterapia; chamamento público nº 002, destinado ao fornecimento de próteses de implante coclear para pessoas com deficiência auditiva; chamamento público nº 003, focado na prestação de serviços de exames de radiografia panorâmica; chamamento público nº 004 e nº 005, que buscam a prestação de serviços de Banco de Tecido Ocular Humano (córnea); e o chamamento público nº 006, para contratação de serviços de saúde para a realização de procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos de alta complexidade, incluindo exames e consultas pré e pós operatórias. 

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Em março de 2024 foi publicado o chamamento público nº 001, para o credenciamento de interessados na prestação de serviços laboratoriais especializados de média complexidade ambulatorial, para a realização de exames com finalidade diagnóstica de anatomopatologia, imunohistoquímica e citopatologia.

Todos os detalhes dos chamamentos públicos podem ser acessados neste link.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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