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Cuiabá é a capital menos desigual do Centro-Oeste e a terceira do país com menor percentual de pobreza, diz estudo

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Cuiabá foi destaque em reportagem publicada no site UOL nesta terça-feira (26) elaborada a partir do Mapa da Desigualdade entre as Capitais Brasileiras elaborado pelo Instituto Cidades Sustentáveis (ICS). Clique aqui e confira a íntegra da reportagem.

A publicação do ICS mostra que Cuiabá é a capital menos desigual do Centro-Oeste e a sétima com menor percentual de desigualdade do país. O levantamento também mostra que a capital mato-grossense é a terceira cidade com menor percentual de pobreza. 

Ao todo, a capital possui 2,728% da população com rendimento real efetivo domiciliar per capita inferior a US$1,9 por dia. Atrás apenas de Florianópolis (SC), com 1,1% e Curitiba com 2,3%. 

No ranking geral do Mapa das Desigualdades Entre as Capitais Brasileiras, Cuiabá ocupa a 7ª colocação, o que qualifica o município com a capital menos desigual do Centro-Oeste. O prefeito Emanuel Pinheiro comemorou o resultado da pesquisa e ressaltou que a boa colocação do Município é resultado do trabalho de gestão que foi sempre pensando na população. Destacou ainda as ações efetivas que são coordenadas pela primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, como iniciativas de qualificação profissional, de combate à insegurança alimentar, proteção e cuidados às crianças e adolescentes,como por exemplo o programa Siminina, além da ações de promoção à saúde e educação, como o ‘Enxergar é Humanizar’, que atende os estudantes da rede municipal com consultas e distribução de renda. 

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“Cuiabá hoje é uma capital de ponta, que não deve em nada no quesito qualidade de vida e no quesito dos serviços públicos quando comparada com outros municípios”, afirmou Emanuel. “Este resultado mostra que o trabalho que vem sendo feito ao longo desses dois mandatos foi, de fato, uma gestão humanizada, cujo resultado vemos agora: uma capital cada vez menos desigual”, completou o prefeito. 

De acordo com o estudo, Cuiabá está acima da média em 21 dos 40 itens observados. Em 11, está na média e em apenas 8 é classificada como abaixo da média. No panorama geral, a capital de Mato Grosso ocupa a 7ª colocação, com pontuação de 583 pontos, com poucos pontos de diferença da terceira colocada, Belo Horizonte, com 615 pontos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Doação de órgãos realizada no HMC beneficia pacientes de quatro estados

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Em meio à dor de uma despedida, um gesto de solidariedade pode significar o recomeço para outras famílias. Foi com esse sentimento que o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), administrado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), realizou, na manhã desta quarta-feira (2), a captação de múltiplos órgãos e tecidos de um paciente de 51 anos, vítima de traumatismo craniano após uma queda de aproximadamente 1,5 metro.

Antes do início do procedimento, profissionais do hospital realizaram o tradicional corredor da honra, também conhecido como corredor de aplausos. O momento foi marcado por respeito e emoção em homenagem ao doador e à família, que, mesmo diante de uma perda irreparável, autorizou a doação dos órgãos.

A captação teve início às 10h50 e mobilizou mais de 50 profissionais, entre equipes do próprio HMC e especialistas que vieram de Campo Grande (MS) para participar do procedimento.

Foram captados fígado, dois rins e córneas. O fígado foi destinado a Mato Grosso do Sul. O rim direito seguirá para o Rio Grande do Sul, enquanto o rim esquerdo será encaminhado para Pernambuco. As córneas foram captadas para implante local.

A ação representa a possibilidade de salvar quatro vidas e ainda beneficiar pacientes que aguardam por transplante de córnea.

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Para a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, a doação representa um gesto de extrema generosidade em um momento de profunda dor para a família.

“É uma perda irreversível para a família, mas, ao mesmo tempo, uma oportunidade de ajudar outras vidas. A nossa gratidão a esses familiares é imensa. Neste Setembro Verde, precisamos reforçar a importância de conversar sobre a doação de órgãos dentro de casa, com nossos parentes, para que, se uma tragédia vier a acontecer, essa possibilidade seja analisada com carinho e sensibilidade. Existe uma longa fila de pessoas esperando por um transplante, e hoje essa família está ajudando a mudar a história de outras pessoas.”

A captação realizada no HMC ocorre justamente no mês em que são ampliadas as ações de conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos. O Setembro Verde busca estimular o diálogo sobre o tema e mostrar à população que uma única decisão pode representar uma nova oportunidade para várias pessoas.

A diretora-geral de Saúde Pública, Kelluby Oliveira, destacou que a captação é resultado de uma grande mobilização das equipes e reforçou o significado do corredor da honra como uma forma de reconhecer a família e o doador.

“Hoje mais de 50 profissionais se mobilizaram para que essa doação pudesse acontecer. O corredor da honra é um momento de respeito, gratidão e reconhecimento. É a nossa forma de homenagear esse paciente e, principalmente, essa família, que, em meio à dor, possibilitou que outras pessoas tivessem uma nova chance.”

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A captação desta quarta-feira reforça que, mesmo diante de uma despedida marcada pela dor, a solidariedade pode permanecer como legado. Para quatro pessoas que aguardam por um transplante, a decisão de uma família significará uma nova oportunidade de vida.

O médico Eduardo Andraus, responsável técnico do HMC, explicou que a doação só ocorre após protocolos rigorosos que confirmam a morte encefálica.

“A morte encefálica é uma condição irreversível, diagnosticada por protocolos muito rígidos que comprovam que o cérebro deixou de funcionar. Mesmo que o coração continue batendo por um período, a pessoa já faleceu. A confirmação é feita de maneira criteriosa e segura, permitindo que, quando a família autoriza a doação, os órgãos sejam preservados e encaminhados para pacientes que aguardam por um transplante.”

No Brasil, a autorização da família é fundamental para que a doação de órgãos de um potencial doador falecido possa ocorrer. Por isso, além de ter o desejo de ser doador, é importante conversar com os familiares e deixar clara essa vontade.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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