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Em Brasília, prefeito participa de seminário que discute o uso de biodiesel

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Nesta quarta-feira, 27 de março, o prefeito Ari Lafin está em Brasília onde participa do seminário “Construindo o Futuro – Biodiesel e Desenvolvimento Sustentável nos Municípios” ao lado de demais prefeitos de outros municípios brasileiros, autoridades do governo, do Congresso Nacional, dirigentes de fabricantes de veículos e equipamentos e representantes do setor do biodiesel

O evento, que ocorre no Ministério dos Transportes, tem como objetivo principal evidenciar os benefícios das unidades produtoras de energia renovável para os municípios brasileiros, além de detalhar o projeto de lei Combustível do Futuro, que atualmente aguarda votação no Senado. Também serão apresentados os dados da industrialização do interior por meio da produção de biodiesel. O relatório deve ser apresentado pela Frente Parlamentar Mista do Biodiesel do Congresso Nacional (FPBio).

“A proposta do seminário é comprovar às autoridades e à população, com dados estatísticos, os reais benefícios de o Brasil investir na expansão do biodiesel. Vamos mostrar casos concretos de municípios que passaram de uma situação complicada na economia local para um quadro de prosperidade motivado pela produção desse biocombustível”, afirma o presidente da FPBio, deputado federal pelo Rio Grande do Sul, Alceu Moreira.

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Um dos pontos altos do evento será a exposição ao público de caminhões movidos 100% a biodiesel de diferentes montadoras e também serão expostos grupos geradores movidos a biodiesel. Essa iniciativa visa demonstrar de forma tangível os avanços tecnológicos e as possibilidades oferecidas pelo biodiesel como combustível sustentável para o transporte.

O evento é organizado pela FPBio e conta o apoio da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio).

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Sorriso, Cláudio Oliveira e o secretário-executivo do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico e Ambiental (Cidesa) do Alto Teles Pires, Cláudio Drusina, acompanham o prefeito.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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