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Foragido do Novo Cangaço é preso pela Polícia Civil após três anos de assalto a cooperativas de crédito em MT

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Um dos últimos foragidos de uma operação da Polícia Civil, que investigou o roubo a duas cooperativas de crédito, na modalidade conhecida como Novo Cangaço, ocorrido em 2021 no norte de Mato Grosso, foi preso nesta terça-feira (02.04) em Sinop, após quase três anos foragido. 

Roni Ferreira de Jesus, de 32 anos, estava com três mandados de prisão preventiva em aberto, dois pela justiça de Mato Grosso pelos roubos às cooperativas e a uma mineradora no norte do estado, e o terceiro pela Comarca de Novo Progresso, no Pará, onde é investigado por porte ilegal de arma de fogo e associação criminosa. 

Ele foi preso nesta terça-feira em ação coordenada da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Sinop e Gerência de Combate ao Crime Organizado. Roni foi localizado em uma casa na região do Camping Club e com ele apreendida uma carabina de calibre 12 e munições. 

Novo Cangaço 

O roubo na modalidade Novo Cangaço ocorreu em junho de 2021, na cidade de Nova Bandeirantes. O crime abalou a população da pequena cidade do norte mato-grossense, quando um bando criminoso invadiu as duas agências, após planejar por 30 dias o assalto que foi executado com bastante violência. 

A investigação da Polícia Civil identificou 22 integrantes envolvidas nos assaltos, que foi dividido em três grupos para executar o assalto – logística, execução e resgate. Destas, nove morreram em confronto policial durante as buscas e outras 13 foram indiciadas.

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Câmeras de segurança dos bancos e do comércio de Nova Bandeirantes registraram a ação do grupo, que rendeu vítimas e formou um escudo humano para evitar a aproximação dos policiais, enquanto outra parte dos criminosos invadia as cooperativas para roubar os valores. Durante o assalto, duas vítimas foram atingidas, mas sobreviveram. Na fuga, o bando roubou veículos, além de uma arma de fogo e um colete balístico do vigilante de uma das agências.

Auxílio na região 

Onze criminosos, entre eles três irmãos, organizaram a logística do assalto. A maior parte do bando veio do nordeste do País e chegou a Alta Floresta no mês de maio de 2021, onde foi montada a base de planejamento da ação criminosa. Natural de Alta Floresta, Roni Ferreira foi um dos cooptados pelo grupo por conhecer a região e deu suporte à quadrilha na identificação de locais de pouso e alimentação. 

A investigação da GCCO apontou que o esconderijo do grupo foi montado em uma área a 46 km da cidade de Nova Bandeirantes e eles tentaram confundir os policiais, roubando veículos e os queimando em um ponto diferente. Para resgatar e esconder os assaltantes, o grupo de sete criminosos escolheu um local de mata fechada, em Nova Bandeirantes, onde guardaram alimentos, água e acessórios para que pudessem se esconder.

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Assalto a mineradora 

Roni Ferreira também foi investigado pela Polícia Civil de Mato Grosso pelo roubo a uma mineradora na cidade de Paranaíta, em abril de 2021. Na ocasião, um grupo armado chegou em uma S10 à mineradora e anunciou o assalto, rendendo o vigilante da empresa. Os assaltantes foram direto ao escritório da mineradora, arrombaram uma primeira porta e entraram em outra sala, chamada ‘casa do ouro’, de onde levaram uma caixa d’água com produtos extraídos. O grupo usava armas pesadas e coletes e na fuga espancou um vigia do local. A camionete usada foi encontrada em uma barricada na MT-206, incendiada. 

Em maio de 2022, Roni foi detido na cidade de Novo Progresso, no Pará, por envolvimento em um roubo a um garimpo da região. Usando um nome falso, de Maikon Mota Muniz, ele foi detido com outros dois comparsas pela PM. Um mês depois, os três acabaram fugindo da cadeia pública da cidade, após serrarem a grade da cela.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende homem investigado pelo crime por estupro de vulnerável em Alto Garças

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A Polícia Civil, por intermédio da Delegacia de Polícia de Alto Garças, cumpriu, nesta quinta-feira (25.6), um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem, de 50 anos, investigado pelos crimes de estupro de vulnerável. A ordem judicial foi expedida pela 1ª Vara Cumulativa da Comarca de Pontal, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

De acordo com as investigações, o suspeito é acusado da prática reiterada do crime de estupro de vulnerável, em continuidade delitiva, tendo como vítima sua própria filha. Conforme consta nos autos, a vítima procurou as autoridades em janeiro de 2018, quando tinha 17 anos, relatando que os abusos teriam iniciado quando ela possuía 13 anos de idade, situação que, em tese, perdurou por aproximadamente quatro anos.

Após tomar conhecimento do mandado judicial, a equipe da Delegacia de Alto Garças iniciou diligências com o objetivo de localizar o investigado. Durante os trabalhos investigativos, os policiais apuraram que ele residia e trabalhava em uma propriedade rural no município.

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Com base nas informações levantadas, os policiais civis localizaram o suspeito em uma fazenda na zona rural de Alto Garças, onde foi efetuada sua prisão sem intercorrências.

Após a captura, o investigado foi conduzido à unidade policial para a adoção das medidas legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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