VÁRZEA GRANDE

Projeto ‘Teatro de Fantoche’ da Secretaria de Defesa Social reforça tema segurança no trânsito

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Uma das funções da Guarda Municipal de Várzea Grande é garantir a segurança e a fluidez do tráfego, fiscalizando e fazendo cumprir as leis de trânsito, para uma maior segurança da população. Mas a prevenção primária é o caminho de menor impacto e para isso, há um projeto social da Secretaria Municipal de Defesa Social que atua na educação para o trânsito.

O projeto a “Arte de Proteger”, foi criado e instituído pela Secretaria Municipal de Defesa Social, por meio da Guarda Municipal de Várzea Grande como reforço na fase da Educação no Trânsito, na abordagem do tema com alunos da Rede Municipal de Ensino de forma lúdica com o teatro de fantoches.

No organograma de trabalho do teatro de fantoche, são levados em consideração, apresentações não só nas escolas municipais, como também estaduais, entidades filantrópicas e eventos oficiais da prefeitura, quando é pertinente ao trabalho desenvolvido.

Só para se ter uma ideia, no ano de 2023, foram realizadas 165 apresentações nas Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) e nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), atingindo a um público geral de aproximadamente 28.263 pessoas, entre alunos, comunidade escolar, pais, e participantes convidados.

Em média são dez apresentações de segunda a sexta-feira, fora, as participações em eventos oficiais aos finais de semana.

“O que queremos este projeto é formar cidadãos mais conscientes e preparados para enfrentar a vida e o cotidiano das cidades. Além disso, contribuir na construção de valores, como o respeito ao próximo para a proteção da vida. A abordagem nas escolas auxilia, ainda, na compreensão da criança em relação aos elementos e às situações vivenciadas no cotidiano, o que acreditamos alcançar resultados, na cultura da paz no trânsito”, disse o secretário municipal de Defesa Social, Cel. Alessandro Ferreira da Silva.

As inspetoras da Guarda Municipal do projeto “A Arte de Proteger”, Inês Guimarães Rodrigues e Fraulen Eliza Rodrigues de Miranda, pontuam que “nada melhor do que abordar aspectos do tema, com crianças. Olhar para os dois lados ao atravessar a rua, identificar as cores do semáforo e o que representam, relatar os perigos do trânsito no trajeto do aluno até a escola, são alguns dos ensinamentos. Trabalhamos nas escolas municipais de Várzea Grande, prioritariamente. Alinhamos linguagem lúdica, por meio do teatro de fantoches, e compartilhamos as informações, entre os bonecos, com a interatividade dos alunos, com perguntas e respostas. As crianças conversam com os bonecos, se interessam pelo que eles falam, e assim ensinamos o básico sobre as leis do trânsito, perigos e tomadas de atitudes”, detalhou Fraulen Eliza Rodrigues de Miranda.

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“No nosso entender as crianças devem ser orientadas a ter um comportamento adequado em relação à segurança necessária nas vias públicas, tanto na condição de pedestre quanto na de passageiro. Aqueles que usam bicicletas, skates, patins e patinetes devem aprender que existem lugares apropriados e seguros para a diversão, que nem sempre são as vias públicas. Também informamos para não se esquecerem de usar equipamentos de proteção e segurança. Estes são alguns dos exemplos que são levados para as crianças, por meio do teatro de fantoches, o que acreditamos que é possível formar cidadãos mais conscientes e responsáveis como forma de prevenir acidentes de trânsito. Eles já terão as noções básicas e criarão a consciência do que pode e não pode no trânsito”, disse a inspetora Inês Guimarães.

“No teatro de fantoches, as crianças e os adolescentes conseguem disseminar mensagens. Conhecer as formas, cores e os significados das placas mais utilizadas no trânsito, do semáforo, da faixa de pedestres e demais componentes das vias públicas. Abordamos no teatro a Educação no Trânsito. Criar uma cultura de respeito às leis de trânsito é um dos objetivos do projeto. Esperamos que, através dos pequenos, todo esse conhecimento chegue aos pais também. Além disso, estamos trabalhando o futuro das crianças, já que daqui alguns anos todos poderão ser condutores”, completa a inspetora da Guarda Municipal Fraulen Eliza.

“Além disso, tudo que as crianças aprendem, com certeza vão cobrar dos pais. E o assunto ‘trânsito’, tem que ser reforçado para mudar a atual realidade. As crianças entre 4 e 6 anos de idade, desde pequenos devem ser trabalhadas a conscientização sobre os cuidados na malha viária”, comenta ela, explicando ainda que todas as atividades são voltadas à prevenção, com o intuito de evitar acidentes. Por meio da linguagem lúdica as crianças conseguem disseminar a mensagem, concluiu a inspetora Fraulen Eliza.

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Ainda para o secretário municipal de Defesa Social, Cel. Alessandro Ferreira da Silva, quando o assunto é o trânsito, é fundamental reforçar a importância de ensinar a preparar as crianças, seja no ambiente familiar ou na escola.

“São vários os fatores pelos quais é fundamental ensinar às crianças sobre como prevenir acidentes de trânsito desde cedo. Primeiramente, pela segurança delas e para conseguir minimizar os riscos. Ensinar que, se a gente está andando de bicicleta, é preciso andar nas pistas específicas, sempre ter cuidado com itens de segurança, como capacete e joelheira. Na correria do dia a dia, esses assuntos podem acabar passando batido, mas são de extrema importância para que as crianças cresçam com o senso do cuidado, consigo e com o outro. O objetivo principal é a formação de cidadãos conscientes com seus direitos e deveres”, afiançou o secretário, afirmando que esta tarefa da equipe de teatro de fantoche é fundamental, alinhada com as outras da Guarda Municipal de estabelecer a paz no trânsito.

Para o secretário, os pais não só podem, como devem dar o exemplo. “Na própria dinâmica familiar é possível ensinar a criança, com exemplo no trajeto de casa para a escola, mostrar faixa de pedestres e explicar que é por onde as pessoas atravessam as ruas ou explicar que não é correto correr no meio da pista. Também é interessante explicar o que algumas placas significam e mostrar que, ao virar à esquerda você, deve sinalizar por meio da seta. Acredito que o aprendizado é a integração escola e casa. É possível trabalhar a questão do respeito. Por exemplo, como o respeito para não ultrapassar o sinal vermelho ou o respeito às placas de trânsito nas ruas, e o respeito em casa com os pais e educadores. Tudo parte do princípio do respeito. A abordagem lúdica, por meio do teatro de fantoches, é uma das estratégias da Guarda Municipal para repassar os ensinamentos”, enfatizou o secretário municipal de Defesa Social, Cel. Alessandro Ferreira da Silva.

O projeto aborda também temas do cotidiano, como dengue, discriminação racial, respeito, cuidado com a pessoa idosa, entre outros que promovam a cultura da paz.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Escolas de Várzea Grande transformam eleição simulada em aula prática de cidadania

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A eleição saiu das urnas e ganhou as salas de aula da Rede Municipal de Ensino de Várzea Grande. Nesta sexta-feira (2), alunos da EMEB Jaime Veríssimo de Campos Júnior, o Jaiminho, e da EMEB Júlio Domingos de Campos participaram de atividades educativas que transformaram o processo eleitoral em uma experiência prática de aprendizado, participação e cidadania.

Nas duas unidades, os estudantes tiveram a oportunidade de vivenciar, de maneira lúdica, etapas que fazem parte de uma eleição. Eles conheceram os candidatos, acompanharam a apresentação de propostas, receberam títulos de eleitor e participaram da votação para escolher seus representantes.

No Jaiminho, a atividade foi organizada pela professora Victoria Virgínia, com a participação da equipe gestora e da comunidade escolar. A escola montou uma estrutura semelhante à de uma eleição oficial e utilizou um aplicativo para simular a apuração dos votos. A tecnologia permitiu que os alunos acompanhassem, em tempo real, a contagem e o resultado da votação.

Mais do que uma brincadeira, a proposta foi utilizada como ferramenta pedagógica para aproximar as crianças de temas como democracia, participação social, responsabilidade e respeito às diferentes opiniões.

Durante a atividade, os estudantes também tiveram espaço para apresentar suas próprias ideias. Os candidatos defenderam propostas relacionadas ao cotidiano escolar e às necessidades dos alunos, mostrando que participar de uma eleição também envolve ouvir, apresentar ideias, discutir soluções e fazer escolhas.

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O entusiasmo tomou conta das unidades durante a votação. A expectativa pelo resultado, a movimentação dos “eleitores” e a apresentação das propostas fizeram com que os estudantes participassem ativamente de cada etapa da experiência.

A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda de Figueiredo, acompanhou de perto a ação no Jaiminho e destacou a importância de trabalhar a formação cidadã desde os primeiros anos escolares.

“Quando a escola cria uma experiência como essa, ela está ensinando muito mais do que como funciona uma eleição. Está ensinando nossas crianças a ouvir, a respeitar opiniões diferentes, a apresentar suas ideias e a entender que toda escolha traz responsabilidades. Hoje eles estão participando de uma eleição simulada, mas estamos formando cidadãos que, no futuro, terão condições de compreender o papel dos políticos e a importância das decisões para a nossa cidade e para a sociedade”, afirmou.

Para a professora Victoria Virgínia, a ideia foi tornar um assunto que pode parecer distante da realidade das crianças em algo concreto e divertido.

“Queríamos que os alunos entendessem o que é uma eleição e percebessem que cada voto tem importância. Por isso, criamos todo esse ambiente, desde os candidatos apresentando suas propostas até o título de eleitor e a apuração. Eles participaram, se divertiram e, ao mesmo tempo, aprenderam sobre responsabilidade, escolha e cidadania”, explicou.

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Aprendizado que também chegou à EMEB Júlio Domingos de Campos

A mesma proposta também foi desenvolvida na EMEB Júlio Domingos de Campos, onde os estudantes participaram de uma eleição simulada como parte das atividades pedagógicas da unidade. A iniciativa permitiu que os alunos conhecessem, de forma adequada à faixa etária, conceitos relacionados ao processo eleitoral e à participação cidadã.

Assim como no Jaiminho, a atividade buscou transformar o conteúdo em uma experiência concreta, fazendo com que as crianças deixassem de ser apenas espectadoras e assumissem o papel de eleitores.

A realização das atividades nas duas escolas reforça a possibilidade de trabalhar a educação cidadã dentro do ambiente escolar de maneira leve, participativa e próxima da realidade dos estudantes.

Além de compreenderem como funciona uma votação, os alunos foram estimulados a desenvolver valores que fazem parte da convivência em sociedade, como respeito, diálogo, responsabilidade, escuta e participação.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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