A população da região de Pedra Preta ganhou tempo com o asfaltamento da MT-459, que conecta o município ao Terminal Ferroviário de Rondonópolis. A obra do Governo de Mato Grosso tornou a via de acesso rápido e eficiente, melhorando o dia a dia dos moradores, que antes tinham que enfrentar a estrada de chão.
“Está muito melhor, porque era um areão, córrego, e daí uma dificuldade para passar terrível. Agora em lugares que a gente gastava uma hora, uma hora e meia, a gente chega em 15 minutos. É um sonho para nós aqui, tem que agradecer todo mundo que está empenhado nesse setor. Agora quem vem de Campo Grande nem precisa passar em Rondonópolis”, declarou o aposentado Walter Crispim Prates.
O Governo do Estado investiu quase R$ 30 milhões na pavimentação de mais de 23 quilômetros no município de 18 mil habitantes, localizado entre a BR-364, um dos principais corredores ferroviários do Estado.
“Antes dessa obra, para chegar ao Terminal Ferroviário, os motoristas que saíam de Pedra Preta precisavam percorrer um trecho de 24,5 km pela BR-364 até Rondonópolis e depois mais 25 km até o terminal e agora essa distância reduziu para 25 km. Uma redução muito significativa para quem circula nesse trecho com frequência”, avaliou o secretário de Infraestrutura do Estado, Marcelo Oliveira. Foram asfaltados 23 km da rodovia – Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT
A melhoria da infraestrutura rodoviária não apenas encurtou o tempo de viagem para Rondonópolis para cerca de 20 minutos, mas também ampliou as oportunidades de emprego e renda para os moradores de Pedra Preta, conforme destacou a prefeita da cidade, Iraci Ferreira.
“Vários moradores de Pedra Preta trafegam por essa rodovia, e essa obra está dando a oportunidade de terem um acesso melhor, porque era uma rodovia de barro, areia, e hoje a gente vê a facilidade dos nossos moradores de em 20 minutos estarem em Rondonópolis”, enfatizou. Asfalto vai melhorar a economia da região – Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT
Este desenvolvimento marca um ponto de virada para Pedra Preta, prometendo não só fortalecer sua economia local, mas também integrar ainda mais o município na rota comercial e logística de Mato Grosso.
O secretário de Desenvolvimento de Pedra Preta, Vanderlei Sartori, explicou que o asfalto vai impactar na economia do município e atrair investimentos privados.
“Para a cidade é muito bom para a geração de emprego, renda e imposto para desenvolver ainda mais o município Pedra Preta”, disse.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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