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Sesp divulga 5º Anuário da Segurança Pública de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) divulgou, nesta quarta-feira (08.05), o Anuário 2023 apresentando os dados estatísticos de análise criminal em Mato Grosso. Por meio do Observatório de Segurança Pública, a Sesp promove o monitoramento, consolidação, integração de dados e informações de inteligência, com o objetivo de subsidiar a tomada de decisão tanto para os gestores de instituições públicas e privadas, quanto para os poderes constituídos e todas as esferas governamentais. Além disso, a publicação busca garantir a transparência das informações, conforme estabelecido pela Lei de Acesso à Informação.

O secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri, destaca que o Anuário 2023 serve como base para formulação das estratégias para combater a criminalidade, auxiliando no entendimento dos problemas e oportunizando melhor compreensão para os desafios da segurança pública. Roveri enfatiza que a integração das forças de segurança resultou na redução da maioria dos indicadores de crimes violentos intencionais e crimes patrimoniais.

“Esses dados refletem os resultados dos esforços contínuos e dedicados das nossas forças de segurança, sinalizando o caminho das futuras iniciativas. Eles ressaltam a importância do processo decisório subsidiado por conhecimentos úteis, precisos e qualificados, a partir de investimentos em tecnologias avançadas e na capacitação dos profissionais de segurança pública, preparando-os para o enfrentamento do crime e atendimento à sociedade”.

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A superintendente do Observatório de Segurança Pública, Tatiana Pilger, destaca que a cada ano o setor aprimora a coleta de dados, visando disponibilizá-los para as instituições, comunidade acadêmica e população em geral. Este empenho em manter a transparência das estatísticas coloca Mato Grosso no Grupo I do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), como um dos estados que apresentam maior qualidade de dados.

“Eficiência na coleta e qualidade das informações são prioridades para o Observatório de Segurança Pública. O Anuário de 2023 apresenta os indicadores que já são acompanhados nos anos anteriores, porém, a cada ano, nos esforçamos para aprimorar a apresentação dessas informações, tornando-as mais acessíveis para o usuário final. Queremos que o Anuário seja um suporte para as instituições de segurança pública, acadêmicos, imprensa e a sociedade em geral.”

O Anuário da Secretaria de Estado de Segurança Pública – Ano 2023 traz oito capítulos, os quais apresentam a metodologia empregada na análise e consolidação dos dados, indicativos criminais, produtividade das instituições, apreensão de armas e drogas, destacados por meio de figuras, tabelas e gráficos. O Anuário destaca também as funções e desempenho das forças de segurança estaduais: Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Politec, Sistema Socioeducativo, Administração Penitenciária, Fundação Nova Chance e Detran.

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O Anuário 2023 pode ser acessado AQUI.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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