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Candidatos nomeados em concurso da Politec devem escolher unidades de lotação

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec) publicou, no Diário Oficial desta quarta-feira (15.05), a reconvocação dos candidatos nomeados para o cargo de perito oficial médico legista, referente ao polo de Sinop, que ainda não escolheram as unidades de lotação.

Conforme a publicação, quem faltou a primeira sessão de escolha das unidades, realizada no dia 10 de maio, deve participar de uma nova reunião agendada para 24 de maio, às 15h.

A participação pode ser de virtualmente, por meio da plataforma Google Meet, pelo link: meet.google.com/cnn-ddda-nci, ou de forma presencial, no gabinete de Direção da Politec, localizado na Avenida Gonçalo Antunes de Barros, nº 3245, bairro Novo Mato Grosso (Carumbé), Cuiabá-MT.

Também é possível escolher a unidade de lotação por meio de um procurador constituído, que deverá apresentar documento original de identificação e procuração com poderes específicos, comparecendo presencialmente no gabinete de Direção.

A escolha do município deverá observar as vagas disponibilizadas no edital, o polo para o qual o candidato concorreu e a classificação/pontuação final. O não comparecimento do candidato ou do respectivo procurador implicará na desistência da escolha do município de lotação, reservando-se à administração o direito de lotá-lo nas vagas remanescentes.

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Resultado final

Também nesta quarta-feira (15) a Politec publicou o Edital n. 2/2024, com o resultado final da escolha de lotação dos candidatos, considerando as indicações realizadas no dia 10 de maio.

A relação pode ser conferida aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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