AGRONEGÓCIO

Agronegócio de Goiás atinge US$ 1,315 bilhão em produtos exportados

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Com um aumento significativo em relação ao mês anterior, o estado de Goiás atingiu a marca de US$ 1,315 bilhão em produtos comercializados para o exterior, segundo dados da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC).

Os municípios de Rio Verde, Jataí, Pires do Rio, Mozarlândia e Alto Horizonte se destacaram como os principais polos exportadores, contribuindo com cerca de US$ 776 milhões em vendas. A soja e seus derivados, carnes, algodão e minério de cobre lideraram a lista de produtos exportados, demonstrando a força e a diversificação da economia goiana.

O expressivo desempenho coloca Goiás na 8ª posição no ranking dos estados brasileiros com maior volume de exportações em abril, posição que se mantém no acumulado de janeiro a abril de 2024. A China, Espanha, Indonésia, Países Baixos (Holanda), Vietnã, Finlândia, Tailândia, Itália, Estados Unidos e Emirados Árabes figuram como os principais destinos dos produtos goianos.

Em abril, o estado registrou um superávit de US$ 855 milhões na balança comercial, um aumento de US$ 317 milhões em relação ao mês anterior. No acumulado do ano, o saldo positivo totaliza US$ 2 bilhões. As importações em abril alcançaram US$ 459 milhões, totalizando US$ 1,828 bilhão no acumulado de janeiro a abril.

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A balança comercial brasileira também apresentou um saldo positivo em abril, registrando um superávit de US$ 9 bilhões, com exportações totalizando US$ 30,9 bilhões e importações atingindo US$ 21,8 bilhões.

Os resultados positivos das exportações de Goiás em abril reforçam a pujança do agronegócio e da indústria no estado, consolidando sua posição como importante player na economia nacional e internacional. A diversificação da pauta exportadora, a busca por novos mercados e o investimento em infraestrutura logística são fatores que contribuem para o sucesso do setor e garantem o crescimento sustentável da economia goiana.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Plano Safra amplia crédito e abre novas oportunidades para o agro

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O lançamento do Plano Safra 2026/2027 chega em um momento de expansão para o agronegócio acreano. Com linhas de crédito mais amplas, incentivos à produção sustentável e estímulo aos investimentos em infraestrutura, o programa pode acelerar o desenvolvimento de cadeias produtivas que vêm ganhando espaço na economia do estado.

Estudos do Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre indicam que o agronegócio continuará entre os setores mais promissores da economia local em 2026, com expectativa de crescimento entre 1% e 6%. O desempenho é sustentado pela expansão de atividades como a cafeicultura, produção de cacau, mel, açaí e pela cadeia de proteína animal, segmentos que têm ampliado investimentos e conquistado novos mercados.

Entre as novidades do Plano Safra está a redução do custo do crédito para os produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). A linha contará com R$ 72,6 bilhões em recursos e taxa máxima de juros de 9% ao ano, abaixo da praticada no ciclo anterior. A medida beneficia um público que tem papel relevante na produção agropecuária do Acre e na geração de empregos no campo.

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A sustentabilidade também passa a ocupar posição estratégica na política de crédito rural. Produtores que mantiverem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) regularizado e adotarem práticas de conservação ambiental poderão obter desconto de até um ponto percentual nas taxas de financiamento para operações de custeio, criando um incentivo financeiro para a regularização ambiental das propriedades.

Outro eixo do programa é o estímulo à modernização das fazendas por meio de investimentos em energia renovável. O crédito poderá financiar projetos de geração de energia solar, biomassa, sistemas eólicos e soluções de armazenamento de energia, reduzindo despesas com eletricidade e aumentando a eficiência das atividades rurais.

A infraestrutura de armazenagem também ganhou reforço. O Plano Safra prevê recursos para construção, ampliação e modernização de silos, armazéns e câmaras frias, investimentos considerados fundamentais para diminuir perdas pós-colheita, melhorar a conservação da produção e ampliar a competitividade dos produtores acreanos.

Na gestão de riscos, o governo federal ampliou os incentivos à contratação do seguro rural e do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). A intenção é fortalecer a proteção dos produtores diante de eventos climáticos extremos, tornando esses instrumentos parte cada vez mais importante da política de crédito rural.

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Com o tema “Crédito que fortalece o campo. Campo que alimenta o mundo”, o Plano Safra 2026/2027 busca ampliar o acesso ao financiamento, incentivar a inovação tecnológica e fortalecer a produção agropecuária em todas as regiões do país. Para o Acre, onde diversas cadeias produtivas vivem um período de expansão, as novas condições de crédito podem contribuir para consolidar o crescimento do setor e ampliar sua participação na economia estadual.

Fonte: Pensar Agro

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