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Junto a empresários e vereador, equipe da Prefeitura planeja prolongar Avenida Natalino João Brescansin

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Prefeito Ari Lafin destacou a necessidade de expandir o diálogo e iniciar os estudos para viabilizar o processo

Seguir com a expansão urbana de Sorriso. Na manhã desta quinta-feira (13 de junho), o tema foi discutido com proprietários de áreas na Zona Oeste de Sorriso e a intenção é prolongar a Avenida Natalino João Brescansin, a primeira avenida do Município.

“Empresários do ramo de incorporação e construção civil já demonstraram interesse em atuar nesta região, mas para tanto, precisamos somar esforços, chamar todo os proprietários para verificar a disponibilidade de negociar as áreas e, a partir disso, planejar e implementar as intervenções necessárias para fazer o prolongamento da Brescansin”, contextualizou o prefeito Ari Lafin.

Nesta primeira reunião, foram ouvidos os proprietários Fabiano Bonatto e Marcos Calza, que se mostraram favoráveis à intenção de seguir com o eixo urbano na região. “Estou totalmente disposto a vender a área, e inclusive, acho importante o processo de verticalização que está começando a ser visto em Sorriso e ali é ponto muito propício para esta finalidade”, destacou Calza.

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Na próxima semana, o tema voltará à pauta, desta vez com outros proprietários de áreas, e, ao mesmo tempo, via Secretaria da Cidade (Semcid), já devem começar os estudos para estimar as intervenções necessárias para a esticada na Bresca. “Esta intervenção pode, inclusive, ser feita com equipe e equipamentos próprios, a exemplo do trabalho que vem sendo executado na Linha Celeste”, conjecturou o prefeito, lembrando que, com a aquisição de uma usina para concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ), o Executivo tem mais fôlego para executar obras de pavimentação de maneira direta, o que torna o processo mais rápido e mais econômico.

Também dialogaram sobre a necessidade de expansão urbana o vice-prefeito Gerson Bicego, o vereador Diogo Kriguer, e os secretários Ednilson Oliveira (Cidade), Juliano Mezzalira (adjunto de Agricultura, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia), Miraldo Gomes de Souza (adjunto de Fazenda), e Nerci Adriano Denardi (Agricultura, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia), além de outros servidores do Executivo e do Legislativo.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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