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Sine Estadual realiza 45 atendimentos durante ‘Feira de Empregabilidade’

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O Sine Estadual (Sine-MT), vinculado à Secretaria de Estadual de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), realizou 45 atendimentos de pessoas em busca de emprego e fez dez encaminhados para vagas de trabalho, durante a “Feira de Empregabilidade”, realizada pelo Sest/Senat.

O evento foi realizado na última quarta-feira (26), e contou com workshops, palestras e estandes de várias empresas, que ofereceram empregos em diversas áreas de atuação.

A coordenadora geral do Sine-MT, Simone Rodrigues Koehler, falou sobre os serviços prestados e o resultado da participação na Feira, que incluem o atendimento de trabalhadores e também de empresas que oferecem as vagas.

“A participação do Sine em eventos de ‘Feira de Empregabilidade’ é uma excelente oportunidade para a população ter acessos aos serviços ofertados pela Rede, em momento de maior aproximação com os trabalhadores, através desse atendimento itinerante. Os resultados obtidos incluem conexões com potenciais empregadores e aproximação com as empresas para que elas conheçam de perto os nossos serviços e como funciona o processo de encaminhamento de candidatos para as vagas cadastradas no Sine”, explicou Simone.

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Além da intermediação de mão de obra, o Sine-MT também oferece outros serviços, como entrada na habilitação do seguro desemprego e atendimento orientado sobre a utilização da Carteira de Trabalho Digital.

Simone ressalta a relevância de proporcionar novas perspectivas às pessoas em eventos como esse.

“Essas feiras são ótimas para quem está buscando novas oportunidades ou querendo explorar diferentes carreiras, pois está reunido no mesmo local empresas de diversos segmentos”, acrescentou.

Aos que não puderam comparecer na ‘Feira de Empregabilidade’, e buscam oportunidade de inserção no mercado formal de trabalho, basta procurar a unidade mais próxima dentre os 35 postos do Sine-MT, localizados em 31 municípios de Mato Grosso.

É importante ressaltar que os interessados devem portar documentos pessoais e com foto.

As vagas de emprego ofertadas pela Rede Sine estão disponíveis e podem ser acessadas também pelo Portal Emprega Brasil.

Atendimento

Na região metropolitana, o horário de atendimento dos Sines, localizados nas unidades do Ganha Tempo Ipiranga e do CPA I, é de 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Já no Sine no Centro Estadual de Cidadania do Várzea Grande Shopping o horário de funcionamento é das 10h às 18h.

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*Sob Supervisão de Dani Danchura

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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