MATO GROSSO

PM lança Operação Liquida Centro nesta quinta-feira (11) em Cuiabá

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A Polícia Militar de Mato Grosso lança a Operação Liquida Centro 2024, nesta quinta-feira (11.07), às 9 horas, na Praça Alencastro, em Cuiabá. A ação vai reforçar a segurança na área central entre os dias 12 e 20, período em que acontece a 17ª edição da Liquida Centro.

A expectativa é que a região receba um público de até 100 mil pessoas por dia e, com isso, a Polícia Militar reforçará o policiamento contra crimes de roubos, furtos e outras práticas criminosas.

Ao todo, serão empregadas unidades do Raio, Força Tática, Regimento de Policiamento Montado, Batalhão de Trânsito e agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública.

Serviço

Lançamento da Operação Liquida Centro 2024 em Cuiabá
Data: quinta-feira (11.07), às 9 horas
Local: Praça Alencastro, centro de Cuiabá

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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